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Corações diferentes…

Corações diferentes...

Na anatomia dos seres humanos, existem casos de bebês que  nascem com alguma anomalia cardíaca, ou vulgarmente falando, nascem com corações diferentes.



Mas eu quero conversar aqui, com vocês, sobre o nosso coração  figurativo, ou seja, aquele coração a que se atribui todas as nossas emoções, sentimentos.

Neste caso específico, existem inumeráveis casos de seres humanos, que possuem corações diferentes.

Como assim? Vocês talvez perguntem…


Há corações frios:

– aqueles que não se compadecem, não sentem remorso, não se arrependem, não sentem saudade.


Há corações mornos:


– aqueles que sentem uma certa dose de compaixão, de saudade, de remorso, de arrependimento, mas não têm a temperatura necessária para a execução da ação. Nada fazem  para aliviar a dor do próximo, se recusam a perdoar – por orgulho, e quando sentem saudade, se envergonham de demonstrar este nobre sentimento que faz parte do amar o outro.


Há os corações quentes:

– Aqueles que se entregam não somente ao sentir mas ao agir de acordo com o que sentem.


Os abraços dos que possuem o coração quente, são calorosos; suas palavras são firmes, porém amorosas. Seu amor é imenso, onde cabem a sinceridade, a constância, o se colocar no lugar do outro. Sabem ouvir, falar, e silenciar na medida precisa.

O olhar de quem tem o coração quente, é firme, porém meigo, consolador, perdoador.

Tomara que eu me depare com muitas pessoas de corações quentes!

É o que eu desejo para mim e também é o que eu desejo para vocês!


Viver como um robô não é viver, é morrer um pouco a cada dia…

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