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Gael, morto aos 3 anos, foi enterrado na Paraíba. Momento gerou muita comoção

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A criança faleceu no último dia 10 de maio, em São Paulo.



O menino Gael Nunes, de 3 anos de idade, faleceu no último dia 10 de maio, no apartamento em que morava com a mãe e a tia-avó em São Paulo.

Segundo informações do G1, o menino estava com a mãe na cozinha no momento da morte, e a tia-avó foi até o cômodo após ouvir barulho de vidro quebrando e choro. O menino foi encontrado desacordado, ferido e com parada cardíaca no local, e foi socorrido e levado à Santa Casa de Misericórdia, onde faleceu.

Registros policiais informam que os médicos disseram que Gael tinha sinais de maus-tratos pelo corpo e marcas de agressões na cabeça. Segundo a polícia, a mãe teve um surto psicótico, que acarretou na morte da criança. O motivo do crime ainda está sendo investigado pela polícia, que requisitou câmeras de segurança do prédio onde a família morava.


A mãe de Gael, Andréia Freitas de Oliveira, de 37 anos, foi presa na madrugada da terça-feira (11), e foi indiciada por homicídio qualificado por meio cruel. A mulher está na penitenciária feminina I de Tremembé, e ficará isolada por 15 dias, seguindo os protocolos sanitários contra a Covid-19.

O advogado de Andréia, Fábio Gomes da Costa, afirmou que a mulher não se lembra do que aconteceu na noite do crime e que chorou por 40 minutos ao ficar sabendo de sua morte. Ela não assume a autoria da morte do filho.

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Direitos autorais: arquivo pessoal/Veronica Nunes.

Felipe Nunes, pai de Gael, revelou que nunca pensou que a esposa faria algo com o filho, pois sempre demonstrou ser amorosa com ele. O homem ainda afirmou que espera que a justiça seja feita, e que ela pague pelo que fez com a criança.


O corpo de Gael Nunes foi enterrado na manhã do dia 13, no município de Prata, no Cariri da Paraíba. Antes do enterro, ele foi velado na casa de familiares do pai da criança. Centenas de pessoas compareceram ao local e o clima foi de forte comoção.

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Direitos autorais: reprodução.

Segundo o documento assinado pelo promotor Bruno Leonardo Lins, a morte do menino gerou “grande comoção nacional potencializada pelas redes sociais”, o que acabou fazendo com que o enterro gerasse uma aglomeração “não compatível” com o momento de pandemia. Além disso, ele acrescentou que é importante preservar o direito da família de velar a criança morta em “circunstâncias excessivamente traumáticas”.


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