Criar o meu filho sozinha(o) não foi fácil, mas me tornou muito mais forte



Criar uma criança sozinho(a): uma experiência difícil, mas maravilhosa!

Quando nos deparamos com a realidade de criar um filho sozinhos, podemos nos sentir realmente perdidos, especialmente se somos pais de primeira viagem!

Ser responsáveis pela formação de uma criança, sem o apoio da outra parte, é algo muito delicado, mas que pode acabar se tornando a melhor experiência de nossas vidas.

O período de adaptação é realmente muito difícil. Se antes vivíamos apenas para nós mesmos e direcionávamos nosso tempo e dinheiro para os nossos próprios objetivos, agora somos obrigados a colocar outra pessoa à frente de absolutamente tudo aquilo que fazemos.

Temos que ficar acordados todas as noites, sem alguém para revezar, descobrir sozinhos os significados de cada choro, trocar as fraldas, levar ao médico, à escola e conciliar tudo isso com a jornada de trabalho e o mínimo de tempo para o cuidado pessoal.

Além das obrigações inadiáveis com os nossos filhos, também temos que conviver com os sentimentos que essa nova vida desperta em nós: a insegurança, o medo de não conseguir fazer tudo sozinhos, o receio em pedir ajuda, a necessidade de sono e a saudade de quando tínhamos mais tempo para nós mesmos.

Por um período essa vida pode ser muito difícil, e muitas vezes o pensamento de que não conseguiremos sozinhos pode invadir as nossas mentes.

Pensamos em como as coisas seriam diferentes se a outra pessoa também fizesse o seu papel e o quanto nossos filhos se sentiriam mais felizes se tivessem uma família completa.

No entanto, mesmo com os grandes desafios diários, criar um filho sozinho é uma experiência transformadora e que nos faz enxergar a vida com outros olhos! Através dela, tornamo-nos pessoas mais sábias, empáticas e amorosas, aprendemos a tratar a todos com mais respeito e consideração, passamos a compreender o cansaço das pessoas que também têm filhos e eliminamos o egoísmo de nossas vidas.

Também nos tornamos muito mais gratos aos nossos pais, porque podemos sentir na pele tudo aquilo de que tiveram que abrir mão por nós, passamos a admirá-los ainda mais e pensamos muitas vezes antes de dizê-los qualquer palavra rude ou negativa, porque sabemos que eles merecem apenas o nosso melhor.



Ser mãe ou pai solteiro é ter a sua vida virada de cabeça para baixo, mas descobrir com o tempo que essa foi a sua melhor escolha, pois mesmo com o sono, o estresse e a constante insegurança, nós nos sentimos muito mais felizes, completos e validados.

É como se as nossas vidas ganhassem significado. Os aprendizados e as alegrias de ter essa pessoinha ao nosso lado compensam todos os momentos de dor e nos faz perceber que elas foram as melhores coisas que já aconteceram para nós, porque nos mostraram que podemos ser incríveis, mesmo sem uma pessoa do lado, e que somos capazes, sim, de superar as dificuldades da vida sem deixar a peteca cair.

Criar um filho sozinho é receber um presente do Universo e descobrir que você é capaz de amá-lo, cuidá-lo e protegê-lo com a própria vida.

É fazer o trabalho de duas pessoas, mas nunca reclamar porque o prazer é sempre maior do que o cansaço. É crescer e aprender todos os dias a ser uma pessoa melhor.

Pode ser complicado no começo, mas com certeza é a transformação de vida mais recompensadora que alguém pode experimentar.

Se você teve a sua vida mudada por essa experiência, deixe um comentário abaixo contando a sua história!


Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.


Direitos autorais da imagem de capa: Brett Sayles/Pexels.






Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.