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Cuidado com as amarras em sua vida: principalmente quando é você quem as coloca!

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Muitas vezes, a gente sente como se a vida estivesse amarrada. Sentimo-nos sem energia, estagnados, muitas vezes sem rumo.



Já sentiu isso?

Eu já! Diversas vezes.

Quando coloquei como prática a revisão periódica de crenças na minha vida é que comecei a ter êxito e minha vida começou a fluir, podendo, então, ajudar outras pessoas.


Neste vídeo curtinho, eu explico um passo a passo que, com certeza o ajudará, de imediato, a reverter essa sensação de paralisia.

Uma das coisas mais difíceis no meu trajeto foi identificar as crenças que me mantinham amarrada ao estado de acomodação que me encontrava.

Você consegue listar as suas crenças?


Muitas vezes a gente, frente a determinada situação, age de imediato, aproveita e sai fazendo algo. Mas, muitas vezes, não! Muitas vezes a gente não faz nada e, ainda critica quem faz.

Lembrei-me da história que utilizava em vários desenvolvimentos de liderança, a história de duas monjas e um esportista.

Duas monjas estavam a caminho do mosteiro quando encontraram com um homem. Era um jovem esbelto, de aparência bela. Formoso em seus traços, de boa estatura, com músculos definidos e torneados. Estava bem vestido, com calça e camisa que aparentavam ser novos. O rapaz cumprimentou as monjas, que responderam gentilmente ao seu cumprimento e perguntaram para onde o jovem se dirigia. Ele respondeu que iria para o castelo.

O rei o havia convocado para participar de uma reunião com atletas, pois pretendia abrir uma escola de esportes para todos os jovens do reino. As monjas quiseram saber o esporte que praticava e o jovem respondeu que praticava salto em altura. Notando que o jovem apoiava, o tempo todo, a mão na altura do peito, uma das monjas perguntou se havia algo de errado. O jovem respondeu que sim e, muito timidamente, mostrou que os dois botões de cima da sua camisa haviam soltado. Disse que iria encontrar o rei numa situação constrangedora, pois teria que ficar segurando sua camisa, ou seu tórax ficaria à mostra, na frente do rei e de sua comitiva.


A monja disse que, se seu problema todo se resumia a pregar dois botões, ele seria imediatamente superado. E, tirando a sua bolsa pegou agulha, linha e botões. Chegou perto do rapaz, colocou sua mão por dentro da camisa do mesmo, na altura dos botões faltantes e iniciou seu trabalho ali mesmo, no meio do caminho.

A outra monja apenas a observava. Em poucos minutos, com suas mãos práticas na costura, com linha e agulha passando de um lado para o outro, os botões foram colocados em seus lugares e o jovem pode fechar a camisa.

Ele ficou muito agradecido e partiu para sua reunião com o rei. As duas monjas continuaram o seu caminho na direção do mosteiro. Andavam em silêncio, como era de costume. Chegando já quase ao mosteiro, a monja que ficara observando o trabalho da outra com a costura dos botões disse à costureira: como pudeste agir de forma tão despudorada com aquele rapaz, simplesmente enfiando a mão dentro da sua camisa, tocando seu tórax, roçando seus músculos, chegando inclusive a cortar a linha com os dentes, colocando sua cabeça praticamente encostado no peito do jovem?

Ao que a outra respondeu: minha amiga, eu deixei aquele rapaz lá no caminho, indo para o castelo. Você, no entanto, parece que o carrega consigo até agora em seus pensamentos.


Além de rever as crenças da forma como mostrei no vídeo, pense bem com qual monja você se parece. Você parece com a costureira? Ou você não se mobiliza e critica quem toma uma iniciativa?

Mude! Mas, não deixe para depois!

Grande abraço!

Isabel


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Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: lgaburtseva / 123RF Imagens

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