Cuidado com as nossas carências afetivas…



Muitas vezes nos encontramos em extrema carência de afeto, de carinho, de um ombro amigo.

Acontece muito quando terminamos um casamento, um relacionamento que mesmo não indo bem, ocupava nossa mente, supria de certa forma ‘meio torta’, nossa necessidade de aproximação com um outro.

Após o falecimento de pessoas muito amadas e próximas, também podemos sentir esse vazio na alma, que nos deixa vulneráveis ao clamor por um abraço, por um carinho.

Enfim, existem ‘n’ situações que nos fazem sentir carência afetiva. Quem nunca?

Mas, precisamos estar seriamente atentos para não permitir que nossas carências nos levem a tomar atitudes das quais nos arrependeremos depois e, talvez, para o resto de nossas vidas.

Estaremos tão carentes, que poderemos ser presas fáceis para um novo relacionamento equivocado, para uma entrega a “pseudo” amores, que, na realidade, só vão suprir necessidades momentâneas.

E não queremos afetos momentâneos. Eu não quero!

Daí a necessidade do nosso encontro com Deus e com nós mesmos, olharmo-nos no espelho e dizer: – ” Ei! O que você vai fazer agora? Vai parar de viver num ato covarde, ou vai continuar sua estrada, num ato de bravura?”



Quando passarmos a nos amar de novo, a ter as esperanças renovadas, a nos sentir bem com o nosso ‘eu’, estaremos prontos trilhar a estrada, não em busca de nada, porque estaremos completos, mas para caminhar enfrentando a vida de frente, sem medos, sem carências e portanto, sem procuras.

E aí, as borboletas pousam em nosso jardim florido e perfumado, sem que precisemos procurá-las.

Lu Prado

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1Direitos autorais da imagem de capa: stockbroker / 123RF Imagens

 






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