Dando um “passa-fora” nas energias destruidoras que lentamente nos devoram…

Em minhas andanças por aí e, principalmente, nas vivências e convivências que tenho tido com os mais diversos tipos de pessoas, o que mais tenho percebido é o quanto temos facilidade – aliás, não é pouca facilidade, não! – por nos conectarmos com as mais diversificadas energias negativas, densas, malignas, destruidoras…



Geralmente instigadas pela ilusão de que “não somos ninguém sem alguém (ou “alguéns”), sem percebermos, nos transformamos numa espécie de “parasita psicoenergético” e, nos colocamos na baixíssima e perigosa condição de “dependentes” dos outros. Dependentes do amor, da atenção, do carinho e… da aprovação dos outros! Socorroooooooo!

Não há coisa pior que se permitir transformar numa espécie de “zumbi” aprisionando, lá nos mais profundos “calabouços” internos do nosso ser existencial, a nossa alma, o nosso temperamento e, por consequência, a nossa vida! E os resultados desta absurda insanidade é um complexo e, quase sempre, longo processo de dolorosas penúrias, um sofrimento que parece interminável e extremamente doloroso, capaz de, lentamente, devorar-nos.


Em tempos de vida enlouquecidamente estressante causada pela rotina de muitos compromissos profissionais, sociais, pessoais; um novo modelo de escravatura onde se vive mais obrigações e menos prazeres estamos, aos poucos, lentamente, perdendo a vivacidade, o prazer, a libido (…). Estamos perdendo sentimentos nobres. Estamos perdendo a paciência. Perdendo tantas e tantas coisas boas, e que nos fazem imenso bem e nos tornando mais pobres e mais espiritual e emocionalmente frágeis. Tão frágeis, a ponto de abandonarmos a nós mesmos, como se – repentinamente – perdêssemos a alegria e a satisfação pelo viver, pela Vida.

E quando um ser humano consegue descer a tão obscura situação de autoabandono e, não consegue ter a humildade necessária para reconhecer que, sim, precisa de ajuda, de socorro emergencial, precisa da compaixão e da caridade alheia; contrai para si um grande risco de encerrar, de forma trágica, sua atual encarnação na Terra, planeta de provas e expiações, longe de ser um “spa planetário” ideal para o “relax espiritual”.

Quem não quer correr riscos de se atirar ao mais profundo “fundo do poço” dentro de si mesmo, deve imediatamente tomar importantes medidas preventivas e adotá-las como hábitos de rotina. A primeira delas é a prática verdadeira do autoperdão. Perdoe-se. Reconheça, em si mesmo(a) suas limitações. Reconheça tuas imperfeições humanas. Reconheça tuas necessidades de ajustes, reajustes, de autoajustes.


Perdoe tudo em você. Perdoe o máximo de seus desafetos que você conseguir. Ame-se! Mas ame-se muito. Tenha verdadeira “devoção” por si mesmo(a). Cuide-se! Adquira o hábito de ter sua saúde, seu prazer pessoal, sua satisfação plena, sua alegria, seu bem-estar, enfim, tudo isso – e muito mais – como suas prioridades ininterruptamente diárias em sua vida, doravante.

Mude seu padrão vibratório, ou seja, as energias que você cria e também aquelas com as quais interage a todo tempo. Afaste-se e bloqueie, pessoal e energeticamente, toda pessoa negativa ou que lhe causa algum incômodo ou mal-estar. E, por outro lado, harmonize-se, sintonize e esteja sempre rodeado(a) das pessoas que lhe causam bem-estar, também algum tipo (ou vários tipos) de prazer; pessoas que gostam verdadeiramente de você e de estar com você. Mas, por favor, não confunda isso com intenções motivadas por interesses, as tais segundas, terceiras, quintas… intenções!. Seja e haja o mais natural possível.

Entenda, definitivamente, que apesar da imortalidade do espírito (ou da alma), a vida para um espírito “preso” dentro de uma vestimenta carnal (corpo de carne/corpo físico) é extremamente curta, tão curta que qualquer minutinho perdido, seja por qual motivo, já serve de motivo para arrependimento.

Não é justo com você mesmo(a) fazer “birrinha” com a Vida. De um lado, você se revolta com os problemas que a Vida te dá – única e exclusivamente por teu merecimento, para te burilar e fazer brilhar a tua luz espiritual evolutiva – e, como uma criança chatinha, mimadinha e birrentinha, você tenta – em vão – “chantagear emocionalmente” a Vida, como se isso fosse possível de ocorrer.

E, de outro lado, está a Vida, sempre sábia, imponente, altiva, poderosa (…) e justa! E ela, a Vida, é sempre paciente. E estará se importando “bulhufas” com os pitis emocionais que você, porventura, estiver dando ou vier a dar.

Quer um conselho? Na boa, nunca bata de frente com a Vida. De uma maneira, ou de outra, ela – a Vida – sempre vence.

Muita saúde, paz e luz pra você. Até o próximo artigo.

Terry Marcos Dourado

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