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Das maiores tempestades, vem a clareza mental!

Não são os problemas que nos moldam, mas a nossa postura perante eles. Podemos abraçar o caos ou deixarmo-nos sufocar por ele, mas eventualmente este dissipar-se-á. No momento da tempestade, o que fazemos demonstra o nosso verdadeiro caráter.



Admiro as pessoas que sei que enfrentaram desgostos, mágoas, desilusões…mas que hoje são como bambus, e nem a mais forte ventania os arranca do chão. Esses são os que escolheram dizer “basta” às adversidades, e tiveram a primeira grande epifania das suas vidas: nada que é exterior a mim está no meu controlo.

Criamos a nossa vida por aquilo a que damos a nossa atenção, mas não temos o poder de controlar, através das nossas ações, aquilo que já está em movimento – tal como uma tempestade.

Por saber que não podemos controlar, temos apenas duas opções: ou baixamos as guardas e aceitamos que isto também passará, ou nos revoltamos tanto, que nos viramos para todos os lados para encontrar alguém a quem culpar. E é bastante claro, pela lógica, qual será a melhor opção.

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Porém, o calor do momento quase que nos manda ficar alarmados. Todas as condições apontam para desastre. É como se o Universo estivesse a organizar uma cruel piada para nos arruinar o dia, o mês, o ano, a vida. Ao primeiro sinal desta cadeia, instantaneamente lamentamos – mentalmente ou oralmente. Já temos, armazenadas na parte de trás do crânio, mil e uma falas irónicas de reclamação, conjuntos elaborados de queixas e argumentos, como se fizéssemos parte de um teatro e o nosso papel fosse amaldiçoar o autor da nossa história.

Pois bem, o autor da nossa história somos nós. Se algo aconteceu, temos de assumir responsabilidade. Tudo advém da frequência que emitimos, e o cosmos responde exatamente a essa frequência com circunstâncias que correspondem.


Aquilo que se manifesta fisicamente é resultado dos nossos pensamentos e emoções, mas a partir do momento em que é físico, não há nada a fazer para mudá-lo, naquele momento.

Isto significa que, se algo extremamente catastrófico está a acontecer, é sinal de que o nosso trabalho interno não foi bem realizado. Se estamos a viver negativo, é porque emitimos esse negativo. Todas as tempestades externas tiveram como fruto tempestades internas – todos os medos começam na nossa mente, histórias elaboradas que decidimos redigir a nós mesmos.

O meu conselho é: abraça estes momentos, vê-os como restauradores de clareza: seja para te dizer onde te encontras internamente, ou para fazeres nascer novos desejos e objetivos, que te elevem e inspirem.

Aprende a exercitar a calma, para que esta se torne um hábito, e o teu estado natural nestes momentos. Há vários processos que se pode utilizar, por isso investe o teu tempo durante poucos minutos por dia a fazer aquilo que te acalma. Hoje em dia é especialmente valioso treinar este dom, por pouco que seja.

Assim, terás espaços abertos para que a luz entre, e não bloqueias mais o teu progresso com reclamações desnecessárias, que apenas perpetuarão o problema. Lembra-te: tu emites, o Universo responde.

Com amor,
Cláudia

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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