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De padrões infelizes vive o mundo

O único reconhecimento e aprovação do qual precisamos está dentro de nós.

Todos os dias, ao abrirmos os olhos, nós nos deparamos com inúmeros julgamentos criados por uma série de padrões desenvolvidos pela sociedade em que estamos inseridos, e todos os dias muitos de nós iniciam uma batalha exaustiva para se enquadrar nesses padrões.


Essa batalha em busca de um lugar no mundo, de se sentir pertencente, de se sentir parte de algo, muitas vezes negando a nós mesmos, reprimindo nossos desejos, vivendo sem espontaneidade, sem emoção, apenas para conseguirmos nos encaixar em algum padrão.

E o que ganhamos com isso? Infelicidade, frustrações, depressões e uma série de doenças físicas e emocionais por tentar fazer parte de um padrão, ao invés de apenas sermos quem somos.

Vivemos em um mundo multicultural enorme, a cada cidade, estado, país, continente. Talvez o que você reprime dentro de você, apenas para se inserir num padrão local, pode ser lindo, maravilhoso e aceitável em outro lugar do mundo.


Todas essas regras e padrões implementados pela sociedade em que vivemos estão apenas nos afastando cada vez mais de quem somos, das nossas origens.

Nós, seres humanos, somos seres emocionais, expressivos, espontâneos, no entanto, crescemos aprendendo a reprimir tudo isso para “nos encaixarmos”, porque “o mundo é assim”… e, com isso, nós nos tornamos robôs.

Espelhamos comportamentos, vestimentas, atitudes, postura, tudo para mostrar para o mundo uma imagem ideal e esconder nossos sentimentos e quem somos de verdade.

Vivemos em um mundo cheio de sorrisos, selfies, viagens, festas, fotos que escondem tamanha tristeza e depressão em cada uma dessas pessoas.


Crescemos e aprendemos a viver uma ilusão, a viver em função do que o outro vai pensar, buscando um reconhecimento e aprovação que, lá no fundo, não agrega nada.

O único reconhecimento e aprovação do qual precisamos está dentro de nós.

Deixemos cair as máscaras, fujamos de todos os padrões. Vamos aprender a ser quem somos, honrar nossas origens como seres humanos, aprender com nossos erros, sentir, viver e nos emocionar.

Cultivar histórias felizes, lembranças, fazer-nos felizes pelo que gostamos, pelo que somos.

Vamos voltar a ser pessoas, sermos humanos e nos reencontrar com nosso próprio eu.

Aceitar a nós mesmos como somos é o primeiro passo para a tão sonhada felicidade. Parar de tentar se enquadrar em padrões é o ato mais libertador que podemos ter nos dias de hoje!

Abraçar o que nos faz bem e deixar de lado o que não agrega, criar o nosso próprio padrão, único e exclusivo. Sejamos completos e fiéis a nós mesmos e seremos felizes!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: yacobchuk / 123RF Imagens





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