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De tanto banalizar os acontecimentos da vida, deixamos de perceber o poder da nossa existência

Vamos fazer o caminho inverso: valorizar mais, banalizar menos.



Sair do modo automático pode ser muito complicado. Se somos seres espirituais vivendo por um período em um corpo aqui neste plano, estamos conseguimos transformar esse espírito em robô, e nem nos damos conta disso.

O robozinho acorda, vai e volta, pensa, pensa, pensa tanto que se perde no tempo. Quantas vezes nem percebemos mais o nosso agora. Estamos aqui lendo este texto e existe um problema ou algumas pequenas questões a serem resolvidas, que estão perturbando nossa mente, nosso tempo, nossa percepção do hoje e da magnitude da vida de maneira assustadora.

Nós banalizamos demais a nossa existência. Respirar, estar bem, ir e voltar, fazer todos os dias as mesmas coisas… Isso não é banal.


Desconsiderar quem somos, o que somos e não valorizar o que já temos, o que já está e faz parte de nós no dia a dia não podem ser considerados atos vãos.

Estamos tão desconectados de nós mesmos que nos tornamos seres desagradecidos. Pensamos em tudo o que já vivemos e obtivemos, em tudo o que esperamos e que possa vir, e ignoramos o que está em nossas mãos, ao nosso alcance neste exato instante.

A tão falada e pouco usada gratidão, que melhora nossa saúde física e mental, pode nos trazer para o tempo exato em que estamos e nos permite focar, sem nos perdermos no passado ou num futuro que nem é certo.

Muitos especialistas em saúde pelo mundo estão prescrevendo gratidão em suas receitas. O médico neurologista Rodrigo Moulin diz em entrevista que “quando eu me perco no passado ou me perco no futuro, eu aumento o risco de ansiedade e depressão…” Então, pé no chão!


A gratidão transforma nossa interação social, promove equilíbrio, deixa-nos mais presentes, faz aquele espírito robozinho perceber que precisa novamente ter a sensação de pertencimento e que não está preso em um boneco mundano.

Que todos os dias, um pouco de cada vez, comecemos a potencializar o que temos, o que fazemos e o que recebemos de bom. E não o que por hora não está bem, não está presente e nos falta.

Infelizmente, o negativo desencadeia outras situações indesejadas com uma força extraordinariamente maior do que o positivo. E somos nós, com nossas experiências de talvez muita ingratidão, falta de agradecimento e amor que permitimos tudo isso. Um evento desagradável se sobressai diante de vários acontecimentos que deram certo.

Estamos deixando o “mal” se sobrepor, enquanto o bem só quer nos conduzir por uma estrada mais tranquila.

Vamos fazer o caminho inverso: valorizar mais; banalizar menos. Tornar desde as pequenas coisas, os mais humildes gestos em instantes especiais que moldam nossa história. E no fim do dia, ou a qualquer hora, exercitar nossas palavras de agradecimento. E que isso se torne tão importante e único como o ato de respirar.

 

Direitos autorais da imagem de capa: João Jesus/Pexels.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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