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Decida por si mesmo e assuma as consequências das suas decisões!

Você vai caminhando por uma rua reta e de repente se depara com uma bifurcação. Para na esquina, olha para um lado, depois olha para o outro e se pergunta pra onde deve ir.

Não sabe qual direção tomar.  Alguns dizem que deve virar à direita e aí outros que julgam que a direita é a pior opção, insistem que o caminho certo é o da esquerda. E aí você continua lá, em estado letárgico porque não importa a opção escolhida, você vai desagradar alguém. Se for pela direita, vai ouvir críticas de algumas das pessoas que lhe disseram pra ir para a esquerda e o contrário também vai acontecer.


Pois bem, meu bem! Essa é a hora de tomar uma decisão pessoal e intransferível!

O caminho é única e exclusivamente seu e por mais que seja válido ouvir a opinião dos outros (de quem lhe ama de verdade ou de quem viveu experiências parecidas), no final é você com você mesmo, ou com Deus, com a vida, porque quem vai arcar com os bônus e os ônus da sua decisão na grande maioria das vezes é apenas VOCÊ!

É que a gente tem uma mania de se prender às opiniões alheias.

Desejamos a aprovação de todos, seja porque não queremos decepcionar ou porque nossa vaidade quer aplausos e confetes.


Mas acontece que é impossível agradar a todos!

Simplesmente porque todos são diferentes, porque o que é bom pra um é ruim pra outro, porque o sonho de um é diferente do sonho de outro, porque uns gostam da gente e outros não e a gente precisa aceitar isso sem carregar nas costas a responsabilidade de ser unanimidade, lembra que o Nelson Rodrigues disse sobre ela? “Toda unanimidade é burra!”.

Não sei exatamente o que se passava na mente dele quando pensou nessa frase, mas certamente ele quis explicitar a importância de não se preocupar demasiadamente com opiniões alheias, tornando-se refém de uma obrigação insana de agradar a todo mundo, até porque isso é impossível de acontecer. Nós nunca seremos unanimidade e se todas as opiniões que ouvir a seu respeito forem iguais, desconfie, pois alguém deve estar fingindo.

A gente tem a liberdade de não ter de agir como todo mundo, de não ter de seguir todas as pegadas de A ou B, porque se assim o for, só iremos refazer o caminho deles, que é diferente do nosso. Então relaxe e opte por um caminho! Pelo seu caminho! Sem desprezar opiniões importantes, mas sem se sentir na obrigação de seguir cada uma delas.


Decisões são tomadas baseadas em nossas experiências passadas, no contexto presente e nos planos e sonhos que temos para o futuro, e tudo isso é nosso.

Se a gente não toma uma posição, corre o risco de ficar parado na esquina vendo o ir e vir de quem decidiu sair do lugar.

Sei que não é fácil tomar uma decisão porque toda escolha implica em uma renúncia. Não dá para ter tudo, mas a gente não pode esquecer que não tomar decisão nenhuma, também é uma decisão, porém passiva, que não vai nos tirar do lugar.

Cuidado para não fugir da responsabilidade de assumir as consequências de suas decisões tentando terceirizá-las.

E aí? Qual decisão será a sua? Atitude ou passividade? Ouvir fulano, siclano ou a si mesmo? 

Reflita!

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Direitos autorais da imagem de capa: janifest / 123RF Imagens





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