Comportamento

Depois de impedir funcionária de ir a médico e despedi-la por gravidez, chefe a indeniza em R$ 285 mil

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A funcionária venceu o caso e recebeu uma indenização da chefe com quem trabalhou durante 2 anos. Confira a história.



Simone Cousins, uma mulher de 29 anos, que vive em Northampton, na Inglaterra, ganhou uma vultosa indenização de sua ex-chefe ao vencer um processo causado por algo polêmico.

De acordo com informações do Metro, a mulher, que trabalha como gerente de berçário, recebeu £40.000 (equivalentes a R$ 285 mil) depois que a ex-chefe se recusou a deixá-la comparecer a consultas durante gravidez e tê-la demitido baseada em alegações infundadas.

Simone trabalhou no berçário por dois anos e sempre teve uma boa relação com a Sra. Noble antes da gravidez. No entanto, as coisas se complicaram muito depois de ela anunciar que teria um bebê. A ex-funcionária alegou que pediu licença para consultas cinco vezes durante a gravidez.


Apenas uma delas foi concedida, as demais foram negadas “sem razão”, e Simone foi forçada pela chefe a reagendar as demais em até três vezes, o que lhe causou problemas. Segundo o tribunal que julgou o caso, Sra. Noble não tentou buscar substitutos para a funcionária.

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Direitos autorais: reprodução Facebook/Simone Cousins.

Além disso, Simone foi pressionada a trabalhar todo o expediente, mesmo nos dias em que estava sofrendo com fadiga e náuseas. Ela também chegou a ser chamada a uma “audiência disciplinar” por alegações infundadas.

À época, a ex-chefe disse que Simone reclamou do salário, sem apresentar nenhuma evidência. Sra. Noble explicou que chegou a enviar uma carta para a ex-funcionária dizendo que ela trabalhou menos horas do que alegava, por isso teve o valor descontado do seu salário.


Depois de algumas semanas, Simone foi despedida por “má conduta”, com a empresa alegando que ela falsificou suas horas trabalhadas e não usou  o livro de assinaturas para confirmar sua presença.

Então, Simone processou a empregadora por discriminação durante a gravidez, assédio e demissão injusta. O tribunal também ouviu a Sra. Noble e afirmou que ela poderia ter descoberto que a ex-funcionária falava a verdade se checasse o seu registro de trabalho.

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Direitos autorais: reprodução Facebook/Simone Cousins.

A juíza de emprego Robin Postle disse que o comportamento da empregadora foi “opressor e arrogante” e que a conclusão “inevitável” era de que Simone foi demitida por conta de sua gravidez, acrescentando que a empresa tinha “obrigação legal clara” de atender aos pedidos de liberação para a consulta da ex-funcionária.


Simone, mãe de Sophie, que nasceu com uma doença congênita rara chamada síndrome de Apert, comemorou a vitória, dizendo que era um alívio e que sentia que “um peso enorme” havia sido tirado de seus ombros. Atualmente, a mulher cuida da filha de 3 anos em tempo integral.

Os irmãos são os primeiros amigos que fazemos na infância e que vão permanecer conosco por toda a vida!

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