Depois dos 30 anos, deixamos de nos preocupar com essas 10 coisas:



Para algumas pessoas, essas coisas deixam de ser preocupações aos 25 anos, e para outras a mudança acontece após os 35. No entanto, os 30 anos são transformadores para quase todos nós, seja no pensamento ou na forma de agir.

É muito bom amadurecer e aprender a valorizar e se preocupar com coisas que são relevantes.

Depois dos 30 anos, as seguintes 10 coisas passam a ter pouco valor para nós:

1. Tendências da sociedade

Quando somos jovens, geralmente queremos nos enturmar com pessoas que achamos interessantes. A maioria dessas pessoas segue as tendências do momento (geralmente pelo mesmo motivo). Mas, conforme amadurecemos, percebemos que isso não é importante na hora de fazer amizades, mas sim quem a pessoa verdadeiramente é, por trás de todas as influências da mídia. Nesse momento, as tendências da sociedade perdem o seu valor para nós.


2. Quilinhos extras

Novamente, o padrão da sociedade pode ser limitante e desgastante. Nem todos nós temos estrutura corporal de modelos, e por mais que nos esforcemos em exercícios e dietas, somos únicos em nossos corpos. E isso não é uma coisa ruim, pelo contrário, é realmente muito bom. Imagine se todos tivéssemos os mesmos corpos?! Quando ficamos mais velhos, aprendemos a aceitar nossos quilinhos a mais e reconhecer que eles são parte daquilo que nos tornam únicos.


3. Fofocas

As fofocas são tóxicas e nos impedem de crescermos enquanto pessoas. Nós temos nossas próprias vidas para cuidar, e o tempo que passamos falando sobre os outros poderia ser usado de forma mais produtiva, ao trabalharmos para nos tornarmos pessoas melhores.


4. Expectativas alheias

Se basearmos nossas vidas nas expectativas alheias, um dia vamos acordar quando estivermos velhos e perceber que vivemos a vida de outra pessoa. Nenhum tipo de benefício compensa o sacrifício de uma vida inteira. Quando chegamos aos 30 anos, já temos uma experiência de vida que nos permite perceber que devemos viver nossas vidas da forma que agrada a nós mesmos, não aqueles ao nosso redor.


5. Ostentação

Ostentação só é interessante para pessoas imaturas, que gostam de impressionar por aquilo que têm e que podem adquirir com dinheiro, poder e influência. As pessoas maduras sabem que o que realmente importa é quem somos, porque aquilo que temos pode ser perdido em um instante. Mas aquilo que somos permanece conosco nos bons e maus momentos.


6. Vício na internet

A internet pode ser muito útil, aumentar nossos conhecimentos e facilitar nossas vidas. Porém, se não usada com consciência, pode ser um meio de exposição não saudável e uma forma de vício. Quando amadurecemos, percebemos que o mundo virtual é interessante, mas que não há motivo para ficar preso nele quando temos um mundo inteiro – e real – para conhecermos.




7. O fato de você ainda não estar casado

Relacionamentos, e principalmente casamentos, não são uma regra de vida para todos. Muitas pessoas são felizes solteiras e sem filhos. Aqueles mais experientes e mente aberta sabem que o relacionamento mais importante que temos é com nós mesmos, e não entram em novas relações contra sua vontade, porque valorizam a si mesmOs em primeiro lugar.


8. Obsessão com o futuro

Quando somos mais experientes, sabemos que o controle do futuro não é uma capacidade dos humanos. Podemos fazer o que achamos certo para nossa expectativa de vida, mas que nosso poder termina aí. A obsessão com o futuro pode levar a problemas de relacionamentos e de saúde. Devemos fazer o que está em nosso poder e esperar para ver como as coisas vão se desenrolar.


9. Vida pessoal das celebridades

As celebridades são pessoas como nós, com problemas, erros, acertos, sucessos, desejos e vícios. Não há de anormal nelas, e o interesse em sua vida pessoal é algo para pessoas que estão ocupadas demais focadas nos outros para melhorarem a si mesmas.


10. Opinião de outras pessoas sobre nossas vidas

Quem vive nossas vidas e enfrenta nossas dificuldades somos nós. Portanto, apenas nós sabemos o que nos serve melhor. As pessoas maduras ouvem o que os outros têm a dizer, mas sabem que sua própria opinião é a mais relevante, quando se trata de sua vida.

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Direitos autorais da imagem de capa: >mimagephotography / 123RF Banco de Imagens






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