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Desculpe-me, mas simpatia forçada nunca foi o meu forte!

desculpe

Por mais que queiramos ignorar, por mais que tentemos não nos importar, apesar de todos os nossos esforços em aturar aqueles que insistem em ser a discórdia onde estiverem, é impossível sorrir o tempo todo ao seu lado, fingindo o oposto do que sentimos.



Sim, é necessário mantermos uma relação minimamente cordial com as pessoas com quem temos de conviver, uma vez que não poderemos estar acompanhados de quem gostaríamos em todos os lugares e em qualquer ambiente em que estivermos. Não raro, no local de trabalho, em reuniões familiares, na roda de amigos, não conseguiremos fugir à convivência com pessoas desagradáveis. Isso não significa, no entanto, que precisaremos forçar uma amabilidade exagerada com elas.

Algumas antipatias que possuímos em relação a certos indivíduos realmente não têm explicação, são casos em que, como dizem, o nosso santo não bate de jeito nenhum, mesmo sem ter acontecido nenhuma desavença entre nós e eles. Porém, existem aquelas pessoas que simplesmente pedem para ser alvo de raiva, desconfiança e desprezo, pois exalam falsidade, espalham maldade e vivem para perturbar a tranquilidade de quem puderem.

Por mais que queiramos ignorar, por mais que tentemos não nos importar, apesar de todos os nossos esforços em aturar aqueles que insistem em ser a discórdia onde estiverem, é impossível sorrir o tempo todo ao seu lado, fingindo o oposto do que sentimos. Uma ou outra hora, perderemos a paciência, soltando tudo o que ficou guardado sob o peso de uma cordialidade forçada e teatral. Quanto mais fugirmos, mais chances teremos de explodir na hora errada, com quem não merece.


Não poderemos falar tudo o que pensamos a quem bem entendermos, nem conseguiremos ser sinceros o tempo todo, pois as relações implicam também concessões e tolerância, sendo a paciência uma de nossas melhores aliadas nesse processo. No entanto, somente manter presos, dentro de nós, nossos incômodos, acabará por minar nossa saúde física e mental, bem como fará com que nos apaguemos enquanto pessoa frente aos mandos e desmandos alheios.

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