Deus é energia, inteligência superior. Ele é tudo o que existe e está em toda parte!

O grande equívoco é tentar compreender Deus dentro do paradigma científico terrestre.



Fundamentos da existência: a criação do Universo e TUDO que nele existe é um assunto que divide a humanidade entre os que acreditam nas teorias científicas (Big Bang) e os que creem nos fundamentos religiosos (criacionismo).

O Big Bang, teoria formulada por astrônomos e físicos, explica que, no princípio, havia um estado minúsculo e denso que sob a pressão de altas temperaturas, originou uma grande explosão, uma expansão desse estado, culminando no que hoje chamamos de Universo.

O Criacionismo, intrinsecamente ligado às religiões, acredita que a origem do mundo é criação de um ser antropomórfico (de aparência semelhante à espécie humana), dotado de grandes poderes e conhecimentos divinos.


Apesar da teoria do Big Bang ter sido primeiramente esboçada por um padre, Ciência e Espiritualidade, ao longo dos milênios, trilharam caminhos tão independentes quanto antagônicos, como dois conceitos que se opõem entre si.

Portanto, a existência de um Ser Superior é uma generalidade do criacionismo, sugerindo que acreditar no Big Bang é não reconhecer Deus como criador de tudo que existe.

No entanto, as teorias sobre a criação do Universo, pela perspectiva da Física, Astronomia e da Espiritualidade, estão mais emaranhadas que podemos imaginar.

Finalmente, estudos mais recentes, trazem novas reflexões que revolucionam tudo o que nos foi ensinado até aqui.  E como seres pensantes, é necessário questionar, racionalizar e pesquisar toda informação. Ou você não confia na sua própria perspicácia, inteligência e sabedoria?


O que você acredita, nasceu das suas próprias conjecturas, intuições, pesquisas e experiências pessoais? Ou você herdou dos seus ancestrais, que ouviram e repassaram, geração após geração, até chegar a você?

Imaginar Deus como um senhorzinho sentado em seu trono, segurando um cajado, em algum lugar ao céu, é uma idealização rudimentar, limitante para a Sua magnitude. Como Deus pode ser onipotente (ter poderes ilimitados), onisciente (possuir todo conhecimento do mundo) e onipresente (estar em todos os lugares) a partir de uma concepção antropomórfica (de aspecto semelhante ao homem)?

O grande equívoco é tentar compreender Deus dentro do paradigma científico terrestre. Faz lembrar o mito da caverna, a metáfora criada por Platão para explicar a ignorância humana.

Nós temos uma tendência, absurda, a só querer acreditar no que é visível aos nossos olhos físicos. Não seria presunçoso achar que a nossa espécie é a mais evoluída em intelecto, bondade e perfeição?

Deus é Energia, Inteligência Superior. Ele é TUDO o que existe e está em toda parte! Por isso, é onipresente. E esse TODO – que é Deus – é CONSCIÊNCIA, presente em tudo, desde as partículas mais fundamentais do núcleo atômico, até o espaço infinito que transcende a atmosfera terrestre. Assim, Deus também está presente em nós.

Cada ser carrega em si, a sua Centelha Divina. Ao meditar, nos conectamos com a nossa Centelha que está, energeticamente, ligada ao Todo. Nunca houve um movimento tão grande de incentivo à meditação. Qual o real sentido dessa prática tão disseminada nos dias atuais? A conexão com Deus.

Não adianta buscar Deus fora. Ele está bem perto, DENTRO do nosso templo corpóreo.


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