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Deus se apresenta para nós de diferentes maneiras, mas o Seu amor permanece o mesmo

Sabemos também que há muito de Deus dentro de nós, mente com mente, no silêncio, na respiração, na mentalização e que isso transforma nossa existência.



Você já leu o livro A Cabana ou assistiu ao filme?

Esse enredo pode provocar nas pessoas uma reflexão de como nos relacionamos com Deus, também com Jesus Cristo e o Espírito Santo. Depois de uma história com início apreensivo, trágico, triste, seguimos na leveza do encontro de Mack com Deus, mesmo entre sentimentos de raiva, dúvidas e lágrimas.

Deus, na maioria das vezes, parece-nos o Pai, o Todo-Poderoso sentado num trono, ou o velhinho de barba doce e amável, o cara que nos testa, nos provoca, ou então, a energia, a força que nos move.


Talvez para cada momento, texto que lemos, histórias que vivemos ou acompanhamos de perto ou de longe, Deus se apresente com uma “face diferente”, ou nós o construímos e reconstruímos conforme nossas dores, alegrias, esperas e esperanças.

Quantas vezes já pintamos Sua imagem muito severa? Quantas perguntas esperamos serem respondidas por este Professor que projetamos e nos enche de tarefas e desafios?

Em certas oportunidades, nós O vemos como um camarada que nos alerta, nos inspira e nos acompanha. Em muitas ocasiões, Ele está no alto e nos voltamos para o céu em oração. Outras, fechamos os olhos e inclinamos a cabeça, o corpo, dobramos os joelhos e nos privamos de algo para sentir Sua presença.


Sabemos também que há muito de Deus dentro de nós, mente com mente, no silêncio, na respiração, na mentalização e que isso transforma nossa existência.

Para muitos, esta Onipresença deve ser contatada em toda natureza. É tudo muito forte, muito grande e especial. E, quantas vezes, nós nos sentimos o filho arrependido, pródigo, cheio de problemas sem saber para onde ir e por onde começar?

Deus é entendido de forma diferente e muito particular por cada pessoa. E é interessante experimentar essas várias facetas que encaramos de um mesmo Ser. Muita coisa nos foi imposta, especialmente por religiões; outras, nós mesmos construímos.

Uma delas é a submissão, porém no livro podemos aprender com esta simples frase: “Submissão não tem a ver com autoridade e não é obediência. Tem a ver com relacionamentos de amor e respeito.”

Simples assim.

Qual versão Dele é a melhor para nossa relação? Com qual a gente tem mais tranquilidade, mais facilidade de se abrir, de pedir, de agradecer, de conviver?

Aquele Deus – que no livro é uma Deusa – e aquele Jesus são tão bondade, tão inteligência infinita, tão próximos e sem julgamento, com quem a gente gostaria de manter um contato íntimo de puro amor o tempo todo e nunca mais se preocupar com a vida “real” que nos cerca e exige tanto.

Independentemente do dia, da hora, do aspecto, do modo como falamos, da espera da resposta, nosso encontro com Deus deveria ser de confiança.

E como uma outra frase do livro: “A confiança é fruto de um relacionamento em que você sabe que é amado.”

E tudo se baseia nisto: amor.

 

Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: serezniy/123RF Imagens.

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