Devemos buscar a inteligência emocional, porém não guiada pela mente e sim pelo coração.

Semana passada li um artigo interessante publicado na Harvard Business Review por Tomas Chamorro-Premuzic, professor de psicologia de negócios e Adam Yearsley, diretor global de talentos da Red Bull, sobre as desvantagens do excesso de inteligência emocional.



Para eles a dosagem ultrapassada desse QI subjetivo geram pessoas diplomáticas, manipuladoras, com diminuição da criatividade e nada visionárias. No mínimo, ao meu ver, um estudo instigante, pois veio para tentar quebrar permanentes padrões democráticos de controle social e teorias totalmente óbvias.

Muitos falam em inteligência emocional como um verdadeiro equilíbrio para desfrutar a vida com tranquilidade em todos os seus campos. Será?

Afinal, inteligência emocional nada mais é do que uma reprogramação mental para controlar as próprias emoções. Pode até reprimi-las, mas para onde vão essas emoções? Sem pestanejar muito, elas são introjetadas em nós!

Pessoas que controlam mentalmente seus desprazeres terminam vivendo mais pela razão do que pelo coração. Acumulam tantos sentimentos dentro de si que possivelmente escapulirão no futuro como alarmes no corpo através de doenças.


Claro que devemos buscar inteligência emocional, porém não guiada pela mente e sim guiada pelo coração. O coração é o centro da nossa vida! Não é à toa que ele é o primeiro órgão a se formar dentro da nossa natureza embrionária.

Pessoas que alcançam a inteligência emocional guiada pelo coração não acumulam emoções bloqueadas para se conter socialmente.

Porque é uma inteligência aliada à sabedoria e entendimento surreal do ser humano. E essa inteligência só teremos através do autoconhecimento.

A partir de mim conhecerei o outro e o universo. E assim, tudo entrará em sintonia. E isto, não significa que deveremos nos anular diante dos reveses, pois nos colocaremos com a voz do coração.


O que denota que pessoas guiadas pela inteligência do coração são mais verdadeiras do que aquelas guiadas pela inteligência emocional da mente. Pois, estes afastam-se tanto de suas emoções que terminam sendo personagens sobreviventes das políticas de troca e das migalhas do agrado. Um ótimo exemplo destes auto controladores mentais de suas próprias emoções são os diversos governantes falsos altruístas.

Experimentar viver da sapiência emocional do coração significa entrarmos em contato com a inteireza do nosso ser. É respeitar, sem empilhar, nossas emoções individuais, permitindo-nos extravasar com palavras iluminadas e cheias de ensinamentos. É fazer uso da sensibilidade sem medo de ser tolo. É estar sempre pronto a se arriscar, fugir das tendências e ousar pôr a imaginação no papel como meta real. Já que a imaginação faz ponte com os desejos do nosso coração. Pois, como já dizia Albert Einstein “A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo.”

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