Dicas para ser mais criativo e assertivo em seu empreendimento:

Self Coaching: dicas para ser mais criativo e assertivo em seu empreendimento

O pensamento criativo é um diferencial importante em praticamente todos os ramos de atuação. A criatividade é uma função altamente sofisticada do cérebro humano, que de tempos em tempos nos surpreende com uma visão diferente, inédita e altamente efetiva sobre determinado problema.

A criatividade  resolve elegantemente inúmeros problemas do dia-a-dia.

É altamente valorizada social e profissionalmente e sempre será. O valor de um profissional criativo é incalculável, pois a qualquer momento ele pode fazer emergir uma saída inovadora que poderá render ou economizar dinheiro, tempo e trabalho.

Fazer os outros enxergarem aquilo que sempre esteve diante deles, criar atalhos mentais, surpreender o cérebro alheio gerando a famosa pergunta: como eu não pensei nisso antes?

Para isso, devemos desenvolver uma série de modalidades cognitivas, colocá-las em prática e, enfim, colher os frutos:

1 – DIREITO AO ERRO

Quem quer ser criativo tem, obrigatoriamente, que se permitir o erro. O que diferencia a ideia genial da absolutamente equivocada é, muitas vezes, um detalhe. O raciocínio lógico e de senso comum é menos fadado ao erro, mas também está sempre seguindo protocolos, normas, técnicas, que, hoje em dia, na maioria das vezes, não corroboram e colaboram para atingir um objetivo.

O criativo arrisca mais, inventa, testa, ousa, percorrer vias diferenciadas, agregam valores distintos, e, com isso paga seu preço: erra bem mais.

Fugir do óbvio leva a territórios mais perigosos, mas também muito mais férteis, ricos e felizes.


2 – MUDAR A VISÃO DO PROBLEMA

Se quiser ver o que ninguém viu, precisa olhar as coisas como ninguém ainda olhou.

Mude a visão do problema! Dar um passo atrás é não ser intransigente e olhar tudo de longe, apertando os olhos, desfocando-os, faz com que elimine tudo o que não faz mais sentido. Se coloque na visão de outras pessoas, brinque de resolver o problema em outros contextos, por exemplo: o que eu faria diante disso se eu fosse milionário? E se eu não tivesse um centavo? E se ninguém estivesse vendo?  Você vai ver como o cérebro irá traçar caminhos novos e pode surgir um conceito inédito a ser trabalhado: anote-o.


3 – CONHECER OS CAMINHOS JÁ TRILHADOS

Não é fácil fugir do lugar comum se não conhecemos o lugar comum.

Tentar ser criativo sem determinar o que já foi dito, pensado realizado e sentido sobre o problema é perder tempo. Conhecer as trilhas já abertas e percorridas ajuda a evitá-las se não fazem mais sentido. Busque criar atalhos, fundir conceitos, condensar. Estude o assunto, sob vários aspectos, pesquise, não menospreze tudo que já foi feito, falado, escrito, percebido sobre ele antes. Conhecimento e visão são modalidades fundamentais para as pessoas altamente criativas. Isso é o que diferencia os verdadeiros criadores daqueles que passam a vida reinventando a roda.


4 – DAR LIBERDADE AO CÉREBRO

O raciocínio criativo precisa do cérebro apto a alçar voos livres e complexos.

O cérebro humano é fruto da genética, da vivência e do contexto. A genética é imutável, cada um nasce com um potencial criativo. Mas a vivência e o contexto estão em nossas mãos! Alimente-se de experiências novas, diferentes, inusitadas. Conheça pessoas, culturas e artes em todas as suas formas. Seja uma esponja que absorve soluções criativas, ajude-se a aprimorar suas habilidades inatas e a aprender novas. Liberte seu cérebro na hora de resolver o problema, pense na solução, mas também a deixe brotar em contextos mais alegres e menos sérios.

O cérebro inconsciente não para de buscar soluções em momento algum. Pare o seu trabalho e saia para arejar a mente: medite, corra na praia, aguarde a resposta olhando uma lagoa em um dia ensolarado, leia, ouça músicas de boa qualidade.

A resposta não tradicional surge, muitas vezes, em momentos não tradicionais. O repouso e o sono também são fontes criativas. Quem nunca dormiu pensando em um problema e acordou com a solução na cabeça?

Em muitos textos e obras bibliográficas que leio ultimamente, de distintos temas, dentre muitos fatos sobre a ocorrência da criatividade, um me chamou a atenção: Friederich Kekulé, químico alemão, em 1865, sonhou com uma cobra tentando engolir o próprio rabo e, no dia seguinte, descreveu a estrutura do anel benzênico.


5 – ENTENDA E USE A INTUIÇÃO

Sexto sentido, intuição, Percepção Extrassensorial, o que tem de ciência nisso? Posso responder sobre esse assunto atualmente de acordo com o que tenho aprendido: Tudo.

O que chamamos de intuição é um tipo peculiar de raciocínio dissociado de Linguagem. Um raciocínio que usa várias de nossas mentes: supraconsciência, inconsciente, consciência. Envolve não somente nosso corpo físico, mas o Todo dele, já que o físico é apenas uma de suas partes, e, também a energia que captamos e expandimos por meio de nossos chacras (Não vou me aprofundar neste tema).

Então, eis um conceito meio pronto sem o rastro da lógica. Não dá pra argumentar, explicar, traçar a linha que justifica a sua conclusão. Ela aflora geralmente de pensamentos do hemisfério Direito (uma vez que a Linguagem fica geralmente no hemisfério Esquerdo). Não a menospreze, nem dê a ela ares de magia e misticismo sem credibilidade. A intuição é função cerebral guiada por experiências nem sempre conscientes, por memórias impressas nas profundezas do nosso cérebro. Pessoas criativas exercitam, valorizam e expressão suas intuições.

Dê vazão, com bom senso, a suas sensações pouco ancoradas na lógica e na razão.

Feliz vida criativa e com propósito para você!



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