Comportamento

Diretor de escola humilha aluno de 12 anos que foi estudar de chinelo. Fez o menino ficar descalço e pisou no seu pé!

O diretor considerou o calçado do estudante “inapropriado”. Entenda!



As escolas são lugares de confiança, em que acreditamos que os nossos filhos estarão sempre amparados e protegidos de qualquer tipo de situação de injustiça, mas na realidade as coisas podem tomar um rumo diferente.

O diretor de uma escola pública do Distrito Federal foi processado pela família de um aluno depois de uma atitude bastante polêmica.

Segundo contado pelo Metrópoles, em dezembro de 2016, o menino de 12 anos foi humilhado por ir para a escola de sandálias. Na época, o ex-vice-diretor do Centro de Ensino Fundamental Arapoanga, Jordenes da Silva, foi acusado de obrigar o estudante a ficar na sala de aula descalço, além de pisar no seu pé.


A denúncia encaminhada ao Conselho Tutelar informou que, no início da tarde, o aluno estava no pátio da escola, usando chinelos, quando Jordenes o repreendeu e obrigou a criança a tirar o calçado, que julgou como “inapropriado”. Depois de pisar no seu pé, ele fez a criança entrar na sala, descalça, o que fez com que os colegas rissem dele.

Imagens publicadas nas redes sociais mostram o menino chorando por causa do constrangimento. Depois do ocorrido, o ex-diretor negou ter provocado constrangimento à criança, mas admitiu que o puniu por estar fazendo “algazarra” no ambiente escolar.

O fato foi apurado criminalmente. O delegado Fernando Rodrigues, responsável pelo caso, entendeu que Jordenes “causou, de forma livre e consciente, constrangimento ao aluno, transformando-o em motivo de chacota frente aos seus pares”.

O educador foi enquadrado no artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) por submeter a criança ao vexame. Ele poderia ter pego até dois anos de detenção, no entanto, acabou fazendo um acordo com a justiça e terá de pagar R$ 900, em até três vezes. O valor irá para uma instituição de caridade.


Jordenes não foi preso e recebeu promoção na escola. Revoltada, a família do estudante pede R$ 133 mil de indenização por danos morais. Ela alega que não houve punição administrativa contra o educador e solicitou ao Governo do Distrito Federal (GDF) que pague pelos danos morais causados ao menino.

Em fevereiro deste ano, a 2ª Vara de Fazenda Pública do DF aceitou pedido do GDF de apresentar novas provas e, de acordo com informações da Secretaria de Educação, após apuração dos fatos e depoimento das testemunhas, o servidor foi inocentado em âmbito administrativo.

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