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Dono de ferro-velho reforma cadeiras de rodas enferrujadas e doa para pessoas carentes

Ele compra cadeiras de rodas usadas, reforma-as e doa para quem não pode comprá-las.



É tão bom poder andar pelo mundo com liberdade, fazer o que quiser, quando quiser sem dependermos de ninguém, não é mesmo?! Infelizmente, existem muitas pessoas que não sabem como é essa sensação.

Todos nós nos deparamos constantemente com pessoas com algum tipo de deficiência e necessitam de um equipamento específico para poderem se locomover e se relacionar com o mundo com mais independência.

Talvez um dos equipamentos mais comuns que podemos observar em nossa rotina seja a cadeira de rodas, e nos curtos momentos em que interagimos com as pessoas que precisam delas, percebemos o quão desafiadora pode ser sua rotina.

No entanto, se com a cadeira de rodas já é complicado, imagine sem ela!

Esses meios de locomoção tão comuns não são nada baratos e as pessoas que não dispõem de boas condições financeiras precisam se esforçar muito para adquiri-los.


No entanto, os moradores do município de Conselheiro Lafaiete, no interior de Minas Gerais, contam com uma ajuda muito especial, que facilita o acesso a cadeiras de rodas sempre que necessário.

Seu Verotides Jorge Teixeira, mais conhecido como “Tides”, morador da cidade e dono de um ferro-velho, realiza um trabalho cheio de amor e empatia para aqueles impedidos de se locomover por conta própria. Ele compra cadeiras de rodas usadas, reforma-as e doa para quem não pode comprá-las.


Para o trabalho, ele conta com a ajuda de sua irmã e filha.

“(…) Eu comprava cadeiras que não serviam mais, sucatas, por 20, 50 reais, e recuperava”, conta.

“Hoje em dia, a gente ganha, agora mesmo fui buscar duas cadeiras sem condições de uso. Elas chegam em estado precário e toda a reforma corre por minha conta. Desmonto ela toda, troco os rolamentos, passo graxa e mando fazer os forros em um tapeceiro conhecido.”

No entanto, essa não é a única ajuda que Tides presta às pessoas carentes de sua cidade.

“Compro sucata e latinhas dentro de Lafaiete e também nas localidades rurais. Hoje em dia, está até mais fácil para trabalhar, pois ganho muito material (…). Trabalho a semana inteira no meu ferro-velho e faço esse serviço nos fins de semana; quando pinto uma cadeira, leva três, quatro dias para secar”, diz Tides.

Sobre a razão pela qual ajuda as pessoas, Tides disse que apenas deseja proporcionar o mínimo de conforto à mobilidade daqueles que lutam todos os dias para se locomover com dignidade.

“Levo uma vida comum, igual à de qualquer pessoa lutadora. Sempre que doo uma cadeira, a recompensa que ganho é a alegria estampada no rosto de quem a recebe; não existe coisa mais gostosa e bonita de se ver. Só queria que as pessoas se dispusessem a doar mais, pois existe muita gente precisando. O pouquinho que posso, estou fazendo; imagina se outras pessoas também fizessem o seu pouquinho, a diferença que isso faria! O mundo ficaria muito melhor”, conclui.

A atitude de Tides é muito inspiradora para todos nós. Se todos dedicássemos um pouco de nosso tempo e atenção ao outro, com certeza haveria muito menos sofrimento no mundo.

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*Com informações de Fato Real.

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