A dualidade energética do ser humano

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A proposta deste artigo é demonstrar aos queridos leitores a dualidade energética potencial, presente em todos os seres humanos.

E aqui me refiro à qualidade de nossa natureza energética, potencialmente positiva e negativa em referência à índole presente em nossos corações.



Todos nós somos potencialmente bons e maus, positivos e negativos, carrascos e libertadores, com poder de ferir e curar, de salvar ou de extinguir a vida, de cometer os piores e mais bárbaros atos e também dos mais sublimes em favor do próximo e da humanidade.

A história da humanidade prova a minha afirmação, mas, então, porque desenvolvemos um lado ou outro?

Qual o fator determinante nesta dominância? Causas ambientais e culturais? Causas espirituais? Ou o conjunto de todos eles?

A dualidade da energia de um espírito permite a ele que se utilizando do mecanismo conhecido como livre-arbítrio (já bem explanado no artigo anterior:”Falando de livre-arbítrio”), escolher qual energia exercerá dominância em seu ser, esteja ele encarnado ou não, porém o que define já em última instância esta escolha é o grau de evolução do espírito, mesmo que ele tenha sido criado em um meio violento, tenha presenciado exemplos negativos durante a sua formação na infância, tenha tidos pais e educadores negativos, se o espírito tem elevado grau de evolução a energia positiva prevalece.


É claro que existem influências de todo o tipo para que o espírito escolha o lado negativo e isso é permitido e positivamente também, mas como já bem também explanei em artigo anterior: “Pelo amor ou pela dor: caminhos de evolução”, este é um caminho de muitos sofrimentos e conforme o espírito vai galgando os degraus evolutivos ele chegará ao caminho positivo, o caminho do amor incondicional.

Se o espírito já traz dentro de si os sentimentos negativos, então ele cede facilmente às investidas negativas.

Ainda assim, muitos conseguem mudar de rumo e buscando a evolução, conseguem se desvencilhar das teias negativas e seguir transmutando suas energias, ainda assim duais em sua potencialidade pura.


Existe um antigo ditado que diz: “Dentro de mim tem dois lobos, o lobo do bem e o lobo do mal, qual deles me domina?”A resposta é: “Aquele que eu alimento”, e isto é a pura verdade exemplificada neste ditado e mesmo que um deles domine o outro não deixa de existir, mas perde a força, o controle, a dominância.

É importante que saibamos disso e estejamos em alerta constante, porque o lado reprimido estará sempre tentando inverter a posição, como estamos em evolução e não somos perfeitos a melhor dica é “Orai e vigiai” o outro lobo está à espreita.

Basta um descuido, uma vulnerabilidade e já nos encontraremos à beira do abismo e então, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Portanto, para evitar esta situação, a recomendação é estar a atento e diante das situações provocadoras e negativas no geral, mesmo uma simples discussão familiar, no trânsito, no trabalho, enfim não alimente o faminto lobo do mal, mas dê rações extras ao lobo do bem, desejando a quem lhe provoca toda a paz, a saúde, a harmonia e perdoando-o como fez o divino mestre Jesus já na cruz exclamando: “Pai, perdoa-os, porque não sabem o que fazem”.

Se você é capaz de compreender que esta dualidade está em nós e sempre estará, apesar de controlarmos a dominância, alimente o lobo que sua evolução e sabedoria lhe guia através de uma vigilância correta e constante.

Sejam felizes e estejam atentos!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: nikdoorg / 123RF Imagens

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