E essa é a pessoa que mais se importa com você!

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Você que está começando agora, por que você está aí se importando com o que as pessoas estão pensando sobre você?

Parou para olhar para trás e ver quantas decisões foram suas? E pode ter certeza, pelo menos metade dessas decisões terceirizadas não o  fizeram plenamente felizes.



Imagine você em cima de um palco, a primeira vez que falará em público e com toda aquela gente olhando. Bate o nervosismo, gagueja, sua, quase chora. Tudo porque está preocupado com o que vão pensar de você.

Sabe porque isso é uma bobagem sem tamanho?

Por que ninguém se importa! Calma, não é que você seja insignificante, a questão é o ponto de vista dessa significância.

A pessoa mais importante que existe no mundo todo é você. Você aí no palco para você aí no palco e você aí na plateia para você aí na plateia.


Clichê, né?

Sim, mas é verdade. As pessoas vão sair do auditório e vão comentar: “Viu como aquele cara gaguejou?”. Cinco minutos depois, ninguém mais vai lembrar, o palestrante não será para sempre conhecido como “o cara que gaguejou”, logo esquecerão desse fracasso.

Agora, coloque-se no palco novamente, pensando:


– Eu passei dias me preparando para esse dia. Estudei tanto, treinei tanto, vai ser sensacional! Afinal, eu não vou falar nenhum absurdo. Se não for tão bem assim, vale o aprendizado.

E, ao sair do auditório, as pessoas vão comentar: “Eu não concordei com tudo que ele disse, mas viu como aquele cara fala bem”. E, mesmo que cinco minutos depois de terminar ninguém mais se lembre do seu desempenho no palco, desta vez houve aprendizado, não gaguejou. Saiu de lá orgulhoso de si mesmo, agradou a quem mais deveria ser agradado.

Você está se apresentando na vida e a plateia está lhe assistindo, o grande protagonista. Até pode ter aquele momento de interação com o público em que a opinião deles vai ajudá-lo a tomar uma decisão, mas o importante é que as opções sejam levantadas por você e o melhor caminho a se tomar seja, no mínimo, uma soma dos conselhos de terceiros com o seu próprio desejo. Nada de fazer tal coisa porque dá dinheiro, ou porque o outro foi feliz fazendo isto. Incluindo fazer aquilo que as pessoas não enxergam como sucesso.

Às vezes, a opinião nem vem de uma boca, é consenso intrínseco daquilo que é bom ou ruim. Imagina a audácia, querem saber de você mais que você mesmo antes até de ser balbuciada qualquer palavra.

Não ignore a opinião dos mais experientes, até mesmo a do menos experiente, é muito válida. O que não dá para fazer é deixar que o guiem, quebre a cara ou acerte por sua conta.

Se ficar jogando essa responsabilidade nas costas dos outros vai demorar muito mais para entender o que é bom ou não para você. E, se depois de tudo alguém chegar e disser “Eu avisei”, pode dar uma afastada e colar em quem disser “Na próxima vai dar certo. Se precisar, eu ajudo”.

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Direitos autorais da imagem de capa: yacobchuk / 123RF Imagens</a>

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