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Em 6 meses, mãe e filha constroem casa com garrafas de vidro recolhidas do lixo!

Que incrível! A casa ficou muito interessante e nos mostra que nem tudo que descartamos é realmente lixo!



Quando se trata de construir casas, para a maioria de nós, os materiais a serem usados são os tradicionais: cimento, areia, tijolos, entre outros. No entanto, essa ideia vem sendo repensada a partir de casas ecológicas e sustentáveis, que incorporam materiais “naturais” e representam economia.

Nesse sentido, duas mulheres estão mostrando, com o próprio exemplo, que podemos repensar no conceito de construção, utilizando materiais considerados como “lixo” para construir casas “mais ecológicas”.

Edna Dantas e Maria Gabrielly Dantas são mãe e filha naturais de Curitiba (PR), que se mudaram há dois anos para a Praia do Sossego, na Ilha de Itamaracá, região metropolitana do Recife (PE). Encantadas com a possibilidade de transformar materiais normalmente considerados como “lixo” em coisas novas, ambas decidiram construir sua casa com vidro reciclado.

A casa começou a ser construída em maio e levou seis meses para ficar pronta. Nela, foram usadas 4,928 garrafas que ambas recolheram das ruas e mangues da Ilha.


Direitos autorais: reprodução G1/Jornal Nacional.

A construção foi motivada pela experiência de trabalho de 18 anos de Edna numa cooperativa de materiais recicláveis, o que a fez perceber que o “lixo” tradicional também poderia ser usado para construção de um imóvel.

Edna e Maria não tinham experiência com construção, mas foram aprendendo juntas, e o resultado ficou muito bom.


Edna contou ao Jornal Nacional que o primeiro trabalho foi limpar as garrafas e em seguida aprender a fazer as paredes com elas, unidas com argamassa. As garrafas foram usadas como tijolos e, pouco a pouco, o sonho foi virando realidade.

Ela explicou que a região onde moram tem um grande problema com lixo, por isso a ideia de construir a casa com garrafas, mostrando à sociedade que elas não são lixo. Também explicou que a garrafa de vidro não se decompõe.

Maria relatou que ambas trabalhavam cerca de oito horas por dia, e fizeram grandes descobertas nesse período, que foi marcado por troca mútua e muita disposição.

Direitos autorais: reprodução G1/Jornal Nacional.

A construção da casa está sendo finalizada, e mãe e filha já se mudaram para lá. Maria acredita que essa obra é “afrofuturismo” e uma visão de futuro”.

Que iniciativa bacana! Se mudarmos a maneira como enxergamos o lixo, podemos nos tornar muito mais conscientes como sociedade!

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