Em Olinda, catador de recicláveis mantém escola para crianças carentes há 34 anos



A vida é diferente para cada um de nós. Enquanto alguns têm muito, vivem com conforto fartura e oportunidades ilimitadas, muitas outras pessoas precisam batalhar muito para conquistarem o mínimo para uma vida de qualidade.

Infelizmente, uma das coisas que não são iguais para todos é a educação. São muitas as crianças em nosso país e no mundo todo que não têm acesso à educação, seja por falta de escolas ou pelas condições de vida em que se encontram.

Quando uma criança não vai à escola, suas possibilidades de conquistarem um bom futuro para si mesmas são seriamente prejudicadas, porque o estudo é a base que precisamos para compreendermos o mundo e nos adaptarmos melhor a ele.

É muito difícil uma pessoa sem estudos ter oportunidades boas na vida, e é por isso que trabalhos solidários com crianças carentes são tão importantes para transformar suas realidades e também o futuro do nosso país.

Existem muitos projetos incríveis espalhados pelo Brasil que trazem mais oportunidades às crianças que vivem em regiões muito isoladas, mas uma delas em especial nos chamou a atenção, porque é mantida por uma pessoa incrível!

Sebastião Duque é um catador de recicláveis de Olinda, Pernambuco, e há 34 anos mantém uma escola para crianças carentes. Sua iniciativa já ajudou muitos pequenos a terem acesso à educação e futuramente conquistarem mais oportunidades de crescimento.

Essa história é muito especial porque a iniciativa não partiu de uma pessoa com muito dinheiro ou de uma grande empresa, como estamos acostumados, mas sim de um homem simples, sem muitos recursos, mas com muito amor e boa vontade no coração.

A Escola Nova Esperança, que fica na II Etapa de Rio Doce, atende crianças de 2 a 5 anos, filhas de desempregados catadores de lixo e pessoas de baixa renda do bairro, nos períodos matutino e vespertino. A estrutura é bem simples e a grande maioria dos materiais é doado. Os pais das crianças matriculadas pagam uma taxa de apenas 30 reais por mês, dinheiro que é usado para pagar o salário das 4 professoras da escola.

Sebastião consegue manter a escola com o dinheiro de seu trabalho e também dos antigos alunos que, muito gratos pela ajuda recebida, colaboram com o que podem.

A atitude desse senhor é realmente pelo amor e desejo de ver as crianças serem mais felizes e bem-sucedidas:

“Que Deus ilumine os caminhos delas, dos pais e das mães. Para progredir, a gente tem que lutar. Eu vou fazer o que está em minhas mãos”.



Tamires Santos, uma das professoras da escola, diz sobre como se sente sobre cada aluno:

“É quase como um filho. Quase família mesmo”.

Abaixo está uma reportagem sobre a escola, realizada pelo Diário de Pernambuco:

Emocionante! Muitas vezes, as atitudes mais lindas vêm das pessoas que menos têm. Ao seu Sebastião, nossa profunda admiração e gratidão!

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Direitos autorais da imagem de capa: Divulgação






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