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Empatas e psicopatas – a guerra entre a decepção e a verdade:

Como você se sente ao examinar o mundo ao seu redor? Não apenas sua casa ou nação, mas o mundo inteiro. Se você é como eu, se sente confuso.



Eu não entendo como tantas pessoas se reúnem e, de boa vontade e consistentemente, tratam os outros e o meio ambiente de tal maneira. Eu não estou tentando acusar alguém ou afastar a culpa de mim. Estou apontando a inconsistência da condição humana.

Como é que tantas pessoas estão tentando fazer do mundo um lugar melhor e outras estão simplesmente tentando sobreviver? Isso se resume ao que a sociedade nos ensinou, que todos temos sentimentos comparáveis.

Todos estamos tentando ser boas pessoas. Todo mundo sente culpa e empatia. Isso não é inteiramente verdade. Eu acredito que todos têm sentimentos e reações à eventos e pessoas, mas termos como culpa, tristeza ou inveja não cobrem a vasta expansão da experiência subjetiva.

A expectativa da sociedade sobre o desenvolvimento básico desses traços leva algumas pessoas que se desenvolvem mais lentamente ou de forma diferente a aprender a falsas semelhanças emocionais. Essas pessoas nunca realmente desenvolvem seus seres emocionais, elas seletivamente crescem e negligenciam o que precisam para serem uma parte da sociedade.


A visão desonesta que elas têm de si mesmas é o que as leva, sem saber, a traírem a humanidade.

As pessoas que mais prejudicam a sociedade e o planeta, muitas vezes, acreditam que estão trabalhando para o bem maior. Elas confundem o que as vozes estão dizendo em sua cabeça.


Elas não têm escala confiável para julgar a si mesmas e nunca deixam as pessoas se aproximarem o suficiente de seu verdadeiro “eu”.

A mistura de boas intenções e raciocínio sadio torna difícil identificar o quão sincera e sã é uma pessoa. A sociedade incentiva relacionamentos não tão próximos. Como resultado, somos uma sociedade de estranhos. Mas o tipo de estranhos que têm enormes quantidades de informações básicas sobre o outro.

As informações que você compartilha e a maneira como se relaciona com os outros deve ser uma experiência de liberação, qualquer comparação deve destacar e celebrar as diferenças.

Preste atenção à maneira como os outros tentam influenciá-lo. Você deve sempre ter em mente que as pessoas estão tentando ser ‘boas’. A ideia do bem pode ser deformada quando não a compartilhamos com os outros. Pessoas que tentam parecer invulneráveis ​​o tempo todo são ótimos exemplos.

Você não deve assumir que todos querem te prejudicar, mas mantenha o seu juízo sobre si mesmo e preste atenção aos detalhes. Só através de incentivo e honestidade podemos persuadir os outros a derrubarem seus escudos e compartilharem seus verdadeiros “eus”.

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Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Higher Perspectives

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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