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Empatia: olhar com o amor para o mundo do outro é exercitar a inteligência emocional

Empatia: “Quando alguém se coloca no lugar do outro, está colocando em prática uma das mais importantes funções da inteligência.”


Reaprender. Talvez essa seja uma ação fundamental, quando se trata de empatia. O conceito básico de empatia traduz que é a capacidade de se colocar no lugar do outro para entender como pensa e se comporta diante das situações. Parece simples, não é?

Mas há tempos que apenas se colocar no lugar de outra pessoa não é suficiente. Está clara a necessidade de estar antenado aos seus valores, crenças e, mais ainda, despir-se do próprio grau de importância das coisas para dar lugar à diversidade alheia. É sobre esse fenômeno tão atual e constante que vamos tratar hoje. Venha comigo!

Afinal, o que é empatia?

Segundo Augusto Cury, quando alguém se coloca no lugar do outro, está pondo em prática “[…] uma das mais importantes funções da inteligência”, além de demonstrar maturidade como ser humano.


O que isso quer dizer? Quer dizer que, para se ter de fato empatia, se faz necessário priorizar o outro, ser um bom ouvinte, perceber além do óbvio e se dispor a saber o que está por trás de determinado comportamento. É um treino diário, e não se trata simplesmente de respeitar. Tudo começa pelo respeito, porém algumas atitudes podem também expressar um discurso contrário ao comportamento do colega.

Por isso, ao se falar de empatia, é fundamental entender como o outro enxerga o mundo.

A pergunta que não quer calar: como colocar o conceito de empatia em prática? É preciso reaprender, desconstruir. Fácil? Ninguém disse que seria, mas tudo parte do seu interior. Lidar com opiniões controversas é uma tarefa difícil, que exige paciência e principalmente capacidade de admitir que o seu ponto de vista nem sempre está certo. Quer uma dica? Quando estiver diante de uma situação que não está de total acordo com as suas crenças e valores, pare um pouco e reflita sobre a melhor forma de lidar com isso sem causar constrangimento. Na prática da empatia, não é você o centro da questão, e sim o próximo. Esse exercício evita posturas inadequadas, assim como expande sua visão de mundo.


É importante lembrar que o ato de respeitar e ter empatia não significa apenas concordar com o outro, esse conceito aplicado na diversidade se torna ainda mais amplo, pois não se pode deixar que isso seja apenas uma teoria ou moda passageira. Pensar e agir na diversidade deve ser uma constante dialogada e propagada em todos os meios, e fortalecida a todo momento.

Diversidade não é opinião, é uma questão humana. Por isso, empatia na diversidade se trata de demonstrar interesse legítimo em compreender a causa do outro, pelo que luta, e transformar isso sob nova perspectiva de inclusão.

O incentivo à diversidade por meio da empatia é uma tarefa difícil, principalmente levando-se em conta todas as pressões que um ser humano sofre no seu dia a dia. São muitas cobranças, demandas e expectativas da sociedade. Porém não se pode deixar de lado o coletivo em detrimento do individual. Aos poucos, com pequenas atitudes e muita persistência, é possível fazer grandes mudanças no convívio social e incentivar, cada vez mais, a harmonia nas relações interpessoais.

O apoio às causas sociais também é uma excelente forma de se engajar, aprender, evoluir e praticar a empatia.

E para você, como tem sido essa prática no cotidiano?

 

Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123RF Imagens.





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