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Enfermeira se apaixona por paciente terminal e faz emocionante declaração: “Era minha alma gêmea”

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Apesar da grave doença de John, ela decidiu viver o romance enquanto ele tinha tempo. Foram muito felizes!



Essa história é sobre amor à primeira vista. Muitos acreditam que ele exista, outros não. Pode parecer clichê, mas todos que foram golpeados por esse sentimento instantâneo e arrebatador ficam extasiados.

Kelli Webber foi protagonista de uma linda história, que pode muito bem virar um filme de romance. Ela conheceu John em 2014, numa movimentada clínica de oncologia particular. Era casada havia dois anos, mas não era um relacionamento saudável.

No Love What Matters, ela publicou seu relato. John havia sido diagnosticado com melanoma metastático e tinha ido à clínica para iniciar seu tratamento. O primeiro contato deles foi de Kelli o chamando para voltar à sala de exames. Ali ela percebeu o quanto seu olhar era bonito e seu sorriso nervoso eram atraentes.


Perguntou a ele sobre algo que ele amava, enquanto realizava seus exames. Ela sabia que John era um ser humano especial, com um sorriso incrível. Só não imaginava o quanto ele mudaria e impactaria sua vida.

Eles passaram a conversar na clínica, mas era algo estritamente profissional, até porque Kelli era casada. A relação deles era de paciente-enfermeira. Em 2015, ela se divorciou e começou em novo emprego. Mudou de apartamento e, enquanto fazia suas tarefas domésticas, recebeu uma notificação no celular.

Reconheceu o sorriso. E assim iniciaram um relacionamento. Quando começaram a namorar, ele foi considerado como “sem evidência da doença”. Porém, quando se é diagnosticado com câncer em grau avançado, sempre há a chance de a doença voltar. Mas isso não foi impedimento para que ficassem juntos.

Na mesma semana, foram ao primeiro, segundo e terceiro encontros. Tornaram-se inseparáveis. Kelli descobriu que o amor à primeira vista de fato existia e acabava de acontecer com ela.


2 Enfermeira se apaixona por paciente terminal e faz emocionante declaracao Era minha alma gemea

Direitos autorais: reprodução Instagram/@kelpnw.

Depois de seis meses de relacionamento, o câncer voltou. Imediatamente ele começou o tratamento e a radiação. Precisaria de imunoterapia pelo resto da vida. Era um tratamento de baixo efeito colateral, felizmente. Conseguiram viver os próximos anos em êxtase.

Ela conta que realizou o sonho que antes não imaginava ser possível. Compraram a casa dos sonhos, esquiaram, trabalharam, prepararam deliciosas refeições e se divertiram como nunca. Estavam perdidamente apaixonados. A vida era perfeita.

Kelli afirma que encontrou sua alma gêmea. Tinham os mesmos pensamentos, terminavam a frase um do outro, o amor era único. Era como se as almas estivessem se reencontrando depois de muitos anos distantes.


Em setembro de 2017, a perfeição deixou de existir. John começou a vomitar e nada parava em seu estômago. Foram ao hospital mais próximo e a confirmação foi um golpe muito duro para os dois. O câncer havia voltado. E estava ainda mais agressivo.

Iniciou-se novo tratamento. Era a última opção de John, a esperança de que o tumor diminuísse para ser removido com segurança. Ele não conseguia mais comer, a nutrição passou a ser intravenosa. Kelli tinha prática com isso, então não era um problema.

Mas as notícias não eram nada boas, segundo a oncologista de John. Caso o tratamento não desse certo, seria o fim. Essas duras palavras acabaram com o coração tão apaixonado dos dois. Ali começaram a viver o início do fim.

Em um momento extremamente turbulento, resolveram se casar. No dia 8 de outubro de 2017, selaram a união em seu jardim. Kelli menciona que foi o melhor dia de sua vida.


3 Enfermeira se apaixona por paciente terminal e faz emocionante declaracao Era minha alma gemea

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Em 2018, ele precisou passar por uma grande e complicada cirurgia. O tumor foi extraído junto com partes de seu intestino e cólon. A operação foi um sucesso, mas a alegria durou pouco. Outra tomografia acusou que o câncer estava em toda parte de seu corpo.

John precisou ficar muito mais no hospital. Kelli não o abandonou, assistiam a filmes e programas de TV juntos, conversavam sobre tudo. Ele foi ficando cada vez mais fraco e debilitado, mas queria viver para continuar o seu “conto de fadas”.

Descobriram mais tarde que o tratamento não funcionou. Ele mal comia, não conseguia mais sair da cama. Não havia mais nada que pudesse ser feito. A rotina ficou ainda mais difícil. Kelli cuidou dele em todos os momentos. Deu banho, alimentou e o amou o máximo que pôde. E ele foi grato e sentiu o poder desse sentimento.


Voltaram para casa e, no dia 17 de junho, John entrou em coma. Todos da família começaram a se despedir. Ele estava confortável, em casa e rodeado de amor. John descansou da árdua luta ao lado de Kelli. Ela foi a última pessoa a vê-lo vivo. Sentiu sua última respiração.

Em seu relato, a enfermeira diz que pode parecer uma história extremamente triste e sofrida, mas o que viveu com ele superou todo esse sentimento ruim. Ele era um ser humano incrível e a ajudou a ser uma pessoa melhor. Ensinou-a como viver e ver o lado bom de tudo. E ela o amou verdadeiramente.

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Dez meses depois que John partiu, Kelli resolveu contar tudo o que passaram como uma maneira de superar. A paixão de ambos por praticar esportes e andar a cavalo foi o que a fez superar mais rápido. Passou a fazer essas atividades para conseguir sobreviver.


Ela disse que vive todos os dias com a alegria de ter conhecido a pessoa mais incrível de sua vida. Não se arrependeu de ter casado, mesmo com todas as dificuldades. Viveu o amor em sua forma mais pura! Que relato emocionante! Conhece alguma história parecida? Compartilhe este texto com seus amigos!

Não há melhor vingança contra aqueles que sentem inveja de nós do que a nossa felicidade!

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