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Entre vilões e mocinhos há pessoas reais. Apenas humanos!

entre vilões e mocinhos

Vou lhes contar uma história conhecida por todos, mas esquecida por muitos…



Durante nossa infância costumávamos ouvir muitas histórias de contos de fadas, onde existem vilões cruéis, capazes de tudo para conseguir o que querem, sem hesitar em machucar as pessoas. Eles tramam seus planos maquiavélicos, usando de sua frieza e racionalidade, mas escondem sua fragilidade que mais tarde é descoberta por todos: sua fraqueza emocional.

Por outro lado, há os mocinhos que são exatamente essas pessoas que são maltratadas e que mostram ser boas e altruístas, geralmente se preocupando em salvar a todos das garras dos “temíveis” vilões. Os mocinhos são muitas vezes inocentes a priori, mas trazem consigo uma pureza de alma e uma sabedoria milenar. Descobrem sua força, quando colocados à prova e se tornam destemidos frente a qualquer batalha.

Podemos agora viajar em muitas histórias, resgatando-as das nossas memórias, encontrando-nos com cada personagem que nos marcou profundamente. Aquelas histórias que fazem parte de nós de uma forma especial e inspiradora. Mas não é delas que vou falar. Nós vamos viajar por um lugar habitado por pessoas reais, onde encontraremos vilões e mocinhos caminhando juntos, em unicidade. Um lugar mágico onde todos os contos reais acontecem.


A magia está presente em cada detalhe do nosso dia, principalmente nas coisas que julgamos ser ruins, só não as vê quem está programado para levar a vida no automático, pois o belo primeiramente precisa estar dentro de nós para assim estar e ser no mundo.

Vou lhes contar uma história conhecida por todos, mas esquecida por muitos. Era uma vez uma mulher conhecida como a artesã das palavras.

Apesar da sua facilidade com o universo das ideias, ela lutava consigo mesma todos os dias para esconder as verdades da sua alma. Isso porque essas verdades não eram fáceis e agradáveis, elas eram ao primeiro momento cruéis e desafiadoras. Vocês com certeza já ouviram falar que no porto os navios estão seguros, mas não são para isso que se fazem navios.

Pois é! Essa mulher não era nem vilã nem mocinha, era apenas humana. Com seus erros, suas imperfeições, seus pecados, suas marcas e cicatrizes, ela era como todos os outros que dividiam o mesmo planeta que ela habitava. O planeta Terra conhecem?


A artesã das palavras não lutava apenas com suas verdades, ela lutava também para ser uma pessoa melhor todos os dias, do modo e no tempo dela, porque afinal a mudança não acontece da noite para o dia. Tudo faz parte de um processo, que começa muito antes do nosso nascimento.

O fato dela se tornar consciente do seu processo de evolução não há faz melhor nem pior do que qualquer outro que esteja nesse mesmo planeta chamado Terra. Só faz dela uma mulher corajosa e esclarecida, pois as almas que se encontram neste planeta vieram com uma missão: reconhecer o seu sagrado e os seus demônios interiores, nem mocinho e nem vilão. Apenas humanos!

Essa história, diferente das convencionais que ouvíamos quando éramos crianças, não tem final. Ela está em constantes mudanças de enredo e de personagens, pois a artesã das palavras sou eu, é você, somos todos nós. Cada um com a sua individualidade e complexidade, porém

Eternos Artesãos da Vida. Lapidamos a matéria bruta (nossas más tendências) e a transformamos em esculturas de múltiplas belezas (nossas qualidades).


O “felizes para sempre” é hoje, agora!

Seja quem você é, quem você veio para ser; aceite e assuma sua natureza; escancare suas verdades; viva seus medos, seus acertos e suas falhas. Mas viva com intensidade, seja autêntico, seja humano! Essa é a única verdade absoluta do planeta. Ser humano!

Texto inspirado no filme e livro “Sete minutos depois da meia-noite”. O quinto conto! A verdade da sua alma…



Direitos autorais da imagem de capa: filme “Sete minutos depois da meia-noite”.

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