Esperança: cientista vencedor de nobel prevê que pandemia está prestes a passar

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Michael Levitt usou estimativas matemáticas para apontar a diminuição de casos na China e diz que o mesmo vai ocorrer pelo mundo.



A pandemia do coronavírus tem deixado milhares de pessoas assustadas no mundo todo. E são muito os fatores que levam a esse panorama assustador. O primeiro deles é justamente a sua causa, ainda desconhecida. Cientistas suspeitam que o vírus seja de origem animal.

As hipóteses incluem desde galinhas, morcegos, coelhos e até cobras, mas ainda não houve um consenso sobre o hospedeiro do vírus que deu início à pandemia. A cidade de Wuhan, na China, foi o epicentro da doença, e desde que o primeiro caso foi diagnosticado, a enfermidade se espalhou pelo mundo a uma velocidade assustadora.

E, consequentemente, não só o número de casos suspeitos, mas também de mortes. Unidades de saúde de vários continentes foram sobrecarregadas por pacientes temerosos de que qualquer mal-estar resultasse do vírus mortal.


Supermercados e farmácias começaram a ficar sem estoque de álcool gel, máscaras e até alimentos, depois que os moradores foram em peso às unidades para garantir a comida da família por temer passar longas temporadas dentro de casa. Essa realidade, inclusive, já ocorre.

Toques de recolher têm sido implementados em grande parcela de cidades, em que estabelecimentos estão sendo fechados e o caos parece se espalhar tão rápido quanto a doença. Nossa realidade já se assemelha às distopias dos filmes de ficção!

Mas há uma luz no fim do túnel, pelo menos na opinião do ganhador do Nobel de Química e biofísico da Universidade norte-americana de Stanford, Michael Levitt. As alegações de Michael levam em conta estimativas matemáticas, mas também a adoção de medidas preventivas, como o distanciamento social.


Em fevereiro, Levitt previu quando a China começaria a ver declínio nos casos de coronavírus. Segundo ele, o país atenderia a cerca de 80.000 infectados, com cerca de 3.250 mortes.

Em 16 de março, ou seja, um mês depois da sua prévia, a China registrou 80.298 casos e 3.245 mortes.

Atualmente, o biofísico prevê o mesmo para os Estados Unidos e o resto do mundo. Embora muitos cientistas e epidemiologistas estimem em meses ou mesmo anos de proliferação da doença e muitas mortes, Michael Levitt prefere acreditar nos números e diz que os dados não apresentam um cenário tão cruel, especialmente em cidades onde as pessoas são frequentemente orientadas a ficar em casa e a evitar aglomerações.

Quanto aos EUA, o cientista levou em conta os dados de 78 países que registraram média de 50 novos casos de coronavírus todos os dias. Segundo ele, a tendência é de que o panorama melhore, pois já há diminuição no número de novos registros.

O mesmo ele sugere que aconteça com outros países. Na Coreia do Sul e Irã, por exemplo, a quantidade de casos confirmados tem diminuído diariamente.

Por fim, Levitt defende medidas preventivas, como o distanciamento social, pelo menos enquanto as pesquisas estão em fase inicial. Mas também pondera que, por mais que a taxa de mortalidade por coronavírus seja significativamente mais alta que a da gripe, este ainda não é o fim do mundo, pois a situação real, conforme os seus estudos, não é tão ruim quanto parece!

Ao jornal Los Angeles Times, o biofísico afirmou que todos precisamos controlar o pânico e garantiu que “vamos ficar bem”.

Vamos torcer para que as previsões do biofísico estejam mesmo corretas! O mundo já está repleto de dificuldades e obstáculos difíceis de serem superados, como a fome e a violência.

A humanidade não está preparada para enfrentar anos de pandemia. Contudo, enquanto novos horizontes não surgem, devemos nos importar com o fato e cuidar uns dos outros.

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