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Eu já te procurei, não procuro mais.

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Todos só sabem dizer uma coisa quando estamos feridos: “tenha amor próprio!”. Isso! Se ame mais que o outro, seja mais de você mesmo do que do outro, concentre-se unicamente em sua vida e em seu bem estar.



Daí você pára pra pensar e chega à conclusão que o seu “bem estar” é exatamente estar ao lado da pessoa que você ama. Então você vai. Vai lá, corre atrás e ignora tudo tudo que te disseram, todos os conselhos de seus amigos, parentes e até o padre no confessionário te disse pra você se amar mais e quem disse que nós demos a mínima pra ele, não é?

Quem é o padre, quem são seus amigos e parentes pra saberem o que vai dentro do seu coração?

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Na sua cabeça carente e apaixonada, quase tolamente cega, só existe um caminho: procurar por aquele amor e encontrá-lo, mesmo que ele não o (a) queira. É possível que todos estejam enganados…

É preciso que nós mesmos batamos de frente com a dor para entender porque as pessoas tentam nos poupar delas. Mas enquanto a gente não vai, não se mostra, não se doa, não se entrega, não acreditamos no que significa “amar-se mais”.

Eu já procurei respostas onde ouvi somente silêncio. Já procurei por amor onde nada existia e procurei pelo resquício de uma esperança onde tudo já havia se perdido. Nada restava ali, a não ser uma lembrança.

Eu já te procurei tantas vezes que hoje, se eu o procurasse mais uma vez eu permitiria que me chamassem de idiota e que me colocassem no pedestal, primeiro lugar da mulher mais estúpida do universo restando apenas ir pra Marte ou qualquer outro planeta do sistema solar ao qual não me conheçam e nem me achem tão imbecil.


Eu te dei aquela chance, lembra? Te dei a chance de me dizer o que sentia e o que queria. Desacreditei de todos para acreditar em você que ao final de tudo, nem sabia o que dizia ou se teria algo a dizer.

No fim, me dei conta que já havia te procurado vezes demais, me esquecido por tempo demais e te procurar novamente seria a última coisa que eu faria. Orgulho? Acho que não. Que tal o “Amor próprio” que todos falam? Talvez, eu estivesse sido apresentada a ele um pouco tarde, mas ainda há tempo para entender que não vale a pena procurar por quem não te procura, lembrar de alguém que mal se lembra seu nome! Não vale a pena desperdiçar tanto amor em quem não precisa ou não quer.

Procurar? Sim, eu já te procurei. Hoje eu não procuro mais.


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