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“Eu o vi cara a cara. Entrei em pânico”

Uma mulher de 39 anos contou que viveu momentos de desespero ao ficar frente a frente com um homem que reconheceu como sendo Lázaro Barbosa, suspeito de uma chacina em Ceilândia, no Distrito Federal.



Ela disse que o reconheceu por uma cicatriz no rosto

“Eu o vi cara a cara. Entrei em pânico”, contou.

Segundo a mulher, ele correu para a mata após ser visto por ela. No momento, homem usava camisa, bermuda, chinelos e um boné.


A moradora, que não quis se identificar, disse que saiu para passear com sua cadela em um terreno baldio próximo de casa, no bairro Itamar 2, em Cocalzinho de Goiás, quando se deparou com Lázaro.

Ela informou à polícia sobre a localização do fugitivo. Logo depois, houve tiroteio no local.

A moradora destacou que, com tantos policiais rondando a área, imaginou que ele não fosse estar tão próximo.

“Eu vi o homem passando e achei que era alguém indo trabalhar e não me preocupei. Quando ele virou, eu vi a cicatriz e reconheci na hora. Peguei minha cachorra e saí correndo”, disse.


“Ele estava mais ou menos parecido com as fotos que estão divulgando. Estava de boné, um bigodinho, uma blusa, uma bermuda e chinelo”, disse.

Ela contou ainda que os policiais mostraram um pedaço de pano que encontraram na mata. Segundo a moradora, o tecido era bem parecido com o da camiseta que o fugitivo estava usando.

Medo na área rural

A mulher informou que segue dormindo na casa onde mora, mas está com ainda mais medo.


“Acordo toda hora. Qualquer barulho no quintal, eu acho que é ele pulando o muro”, disse.

Outros moradores da área rural de Cocalzinho estão dormindo na cidade assustados com as buscas ao criminoso

Dez dias de buscas

As buscas por Lázaro Barbosa entraram no 10° dia, nesta sexta-feira (18). São ao menos 11 propriedades invadidas, quatro pessoas feitas reféns (todos resgatados) e mais quatro trocas de tiros, com policiais e um caseiro, segundo informações da polícia.


Tropas de elite das polícias Civil (GT3), Militar (Bope e Rotam), Federal (COT) e Rodoviária Federal (PRF) integram os grupos de buscas. Eles são apoiados por helicópteros, cães farejadores e drones com visão térmica.

Na quinta (17), os policiais encontraram um colchão dentro da mata, que pode ter sido usado pelo fugitivo para dormir.

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