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Eu sei que está demorando, mas calma… o amor vai chegar!

Eu sei que tudo que você mais quer agora é apressar os ponteiros do relógio e fazer o tempo passar, até você encontrar alguém que o faça feliz.

Talvez uma desilusão amorosa, uma traição, um fim inesperado ou mesmo o tempo sozinho o faça se perguntar o porquê não aparece alguém legal na sua vida e isso, consequentemente, o leva a aceitar sair com qualquer pessoa.



Tem gente que se submete a relacionamentos abusivos, com medo de ficar sozinho. É aquele pensamento de “é melhor ter alguém ruim, do que não ter ninguém”. Outras pessoas se trancam na vida, aceitam a máxima de que não nasceram para serem felizes e nunca poderão sorrir com alguém do lado ou mesmo sozinhas.

Tem gente que não consegue enxergar que o amor só chega quando você se ama e se prepara para a reciprocidade.

Mas o que é a reciprocidade?

É quando um olhar apenas basta para entender em um milésimo de segundo que aquela pessoa é confiável, leal, que quer ver você crescendo e crescer junto.


Nunca antes falar “eu te amo” se tornou tão banal. É comum toparmos com uma pessoa hoje e já sentir que a amamos no primeiro minuto e 3 meses depois, nos arrepender, dizendo que fomos muito precipitados, deixando aquela pessoa segurando o coração nas mãos. Ou talvez nem tanto. Às vezes, aquela pessoa também desencanou e quer seguir.

O amor está banalizado e na banalização do amor não existe reciprocidade.

Eu sei que você quer um companheiro ou uma companheira para passar os fins de semana, planejar viagens, cozinharem juntos, postarem mil fotos fofas no Instagram e fazerem altas declarações de amor no Facebook.

Mas isso é banal. No dia a dia essas coisas tendem a acontecer naturalmente. Mas não é disso que vive ou sobrevive um relacionamento. Mais uma vez: na banalidade não há reciprocidade. E sem reciprocidade não há amor.


Eu sei que às vezes cansa estar sozinho ou tentar com várias pessoas e nunca dar certo. Mas já parou para analisar que pode ser que você esteja buscando um amor da maneira errada?

Será que você quer reciprocidade ou banalidade? Vale a reflexão…

Quando estamos machucados, o que mais queremos é encontrar um novo amor, se o último partiu. Queremos mostrar ao mundo que aquela pessoa não é tão importante (quando, na verdade, foi sim!) e que somos superiores a ela arrumando alguém “melhor”. Isso é ego ferido e autoafirmação.

Se estamos sozinhos por muito tempo e sentimos falta e carência de ter alguém, espelhando em um amor ilusório a nossa “tampa da panela”, é porque não aprendemos ainda a nos dar o valor devido que nutre nossa alma de autoamor e nos faz enxergar que não precisamos de ninguém para sermos felizes. Isso é autoestima baixa e precisa ser trabalhada.

Viver um amor é, com certeza, uma das experiências mais ricas que um ser humano pode passar. Não importa o tipo de amor. Mas o mais importante é o amor-próprio.

Eu sei que pode ser que você esteja perguntando se um dia ele vai chegar. E a minha resposta é positiva. O amor sempre chega para todos, de alguma forma. A questão é: como você estará até lá? Com que perspectiva sua alma e coração estão prontos para receber esse grande amor?

Calma! Uma hora vai chegar. Mas, por enquanto, ame-se e aprenda a ser feliz consigo mesmo (a)!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: dacosta / 123RF Imagens

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