PerdoarReflexão

Eu sempre vou escolher o perdão…

Eu sempre acreditei que o perdão cura, que o perdão salva, que o perdão liberta seu coração, pedindo-o ou o aceitando.



Eu sempre acreditei no poder das palavras “eu te perdoo”, no peso incrível que é descarregado quando elas deixam os lábios de alguém.

Para mim, o perdão sempre pareceu a mais bela segunda chance. Como a resposta a uma oração.

Como a liberdade de uma maneira que você nunca imaginou. Como um fardo finalmente levantado de seus ombros cansados.


E assim eu aprendi a amar o perdão.

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Aprendi que a concessão me dá cura, que pedir por isso me dá humildade e força. Aprendi que somos todos pecadores, todos um pouco quebrados, todos à procura de algo que nos ajude a ficar de pé novamente, todos à procura de alguém para dizer que estamos bem, tal como somos.

Eu descobri que as pessoas cometem erros. Frequentemente, erros dolorosos. Muitas vezes, erros que podem não justificar o perdão. No entanto, eu tentei concedê-lo de qualquer maneira. Descobri que guardar rancores me fazia amarga, fazia meu coração doer. Fazia eu me sentir vazia e zangada de maneiras que nunca imaginei.


Aprendi que perdão significa deixar ir.

Deixar ir a minha própria dor, e a dor que foi infligida a mim. Eu aprendi que eu não precisava ter cicatrizes se não quisesse.

Talvez seja uma fraqueza pensar que as pessoas sempre têm os melhores interesses em mente, pensar que quando elas dizem “me desculpe”, estão sendo realmente sinceras.

Talvez seja uma fraqueza eu sempre ter vivido com o meu coração aberto, deixando as pessoas entrarem, escolhendo ver seus sorrisos, seus aspectos positivos. Escolher acreditar que elas se desculpam sinceramente e que nunca tinham a intenção de me machucar.


Talvez seja uma fraqueza eu sempre ter visto o perdão como um passo necessário.

Mas eu não iria mudar isso em mim.

Acho que perdoei pessoas que não mereciam. Mas estou bem com isso. Eu estou bem com isso porque meu coração não doi mais. Porque não há amargura escondida no fundo do meu peito.

Porque a dor é apenas temporária, e eu escolhi a felicidade.


Porque o perdão me ensinou que sou mais forte do que qualquer dor infligida a mim, e sempre serei.

Então, eu escolho o perdão.

Eu o escolhi, e ainda o escolho. Eu o escolherei quando meu coração estiver doendo. Quando me sentir traído. Eu vou escolhê-lo quando as pessoas não me tratarem como devem. Mesmo assim, vou escolher o perdão. E então, vou embora.

Eu escolho o perdão porque mereço me curar.


Porque eu não quero me segurar na dor por mais tempo do que preciso. Porque a cura começa quando eu deixo ir. E quando eu escolho perdoar, aqueles que me machucam também são abençoados.

E talvez, só talvez, eles aprendam a amar e curar também.

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Traduzido pela equipe de O SegredoFonte: Thought Catalog


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