Espiritualidade

Exercício para a criação deliberada

Nos primeiros estágios do entendimento do Processo de Criação deliberada, é bom voltar seu foco para três ou quatro desejos primários (ou prioritários). Na realidade, você tem condições de criar simultaneamente em direções ilimitadas, mas enquanto estiver aprendendo o processo é melhor concentrar-se nesse objetivo que propomos agora; não mais de três ou quatro desejos.



Selecione agora os desejos, vontades ou intenções que são mais importantes para você agora e escreva cada um deles no alto de algumas folhas de papel – uma para cada um deles -, da seguinte forma:

“Eu tenho a intenção de receber…”, e então declare o que quer que pretenda receber. Preencha as folhas, uma por uma, assim:

Sob o que definiu como intenção, escreva: “Estas são as razões pelas quais eu tenho essa intenção…”, e então repita sua intenção. E escreva todas as razões para justificá-las, ou seja, que expliquem por que você quer isso.


O momento de escrever é quando ocorre o foco mais forte no que você quer conseguir, porque assim convergirá para o ponto com total consciência do seu Ser Interior. Escreva o que flui de você. Não o que alguém quer que você deseje, mas o que realmente importa para você. Defina o que quer. Escreva enquanto isso flui naturalmente. Não force nada.

Então, vire o outro lado da folha de papel e escreva no topo: “Eu sei que isto é (ou que isto será, se quiser que aconteça um pouco mais adiante), pelas seguintes razões…” E, então, defina e escreva todas as razões que já havia escrito do outro lado. Deixe que tudo flua de você.

Quando você tiver completado suas declarações de crença, dobre o papel e guarde-o em sua bolsa, bolso ou em algum lugar que lhe pareça conveniente para que o tenha a vista e possa ler o mesmo quantas vezes quiser durante o dia. Assim, a sua criação está completa. Considere-a feita! Perceba que você colocou em movimento a criação daquela intenção sobre a qual você começou a escrever.

No primeiro lado do seu papel você definiu sua intenção e, em seguida, explicitou o desejo ou a intenção que é parte da criação. No verso da folha, você deixou bem clara a consecução dessa parte da equação da criação. O querer existe e tem uma razão para existir – você é quem define. E agora está tudo completo


Não há mais nada que você tenha que fazer para criar o que pretende – a não ser permitir que o desejo se realize. Com isso estamos dizendo que a menos que você crie contra a criação que já pôs em movimento, com pensamentos que despertem medo, dúvida ou preocupação – ou a sensação de que ainda não aconteceu -, essa criação aparecerá na sua experiência física.

Como você pode perceber, há também uma questão de tempo envolvida nessa descrença. Ao desejar algo e não obter, na sequência, você começa a concentrar toda a sua atenção nisso, a falta. E, quando dá atenção para determinada coisa, você cria mais dela. Então, a sua percepção de que isso não aconteceu cria exatamente mais desse não acontecimento. A sua percepção da ausência cria mais ausência.

Do livro “A Chave do Segredo“, de Jerry e Esther Hicks


Amor, paixão, alma gemea.

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