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Fim do relacionamento: conheça uma causa comum e quase imperceptível!

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É fato que o fim de um relacionamento pode ter várias causas, desde desentendimentos com a família do parceiro (a), até a simples falta de afinidade.



Por via das dúvidas, muitos tentam manter a relação dedicando-se ao outro. Fazem de tudo para agradar, pois tal esforço, aparentemente, será capaz de “segurar” a pessoa ao seu lado. No entanto, isso nem sempre funciona.

Afinal, todo o carinho do mundo ainda não será suficiente se houver problemas de comunicação. E um dos principais erros, que quase ninguém percebe, consiste em não ouvir ou não falar sobre as emoções.

Para explicar melhor esta falha de comunicação em relacionamentos, usaremos os conceitos de Gary Chapman, autor de “As 5 linguagens do amor”. Segundo ele, existem basicamente dois perfis de pessoas: o “Mar Morto” e o “Riacho Rápido”, que neste texto chamaremos de “o silencioso” e o “expressivo”.


O silencioso

O silencioso é alguém que está perfeitamente confortável em não falar sobre o que sente. Suas experiências de um dia inteiro podem ser resumidas com um “foi bom”, “foi normal” ou ainda “não aconteceu nada demais”.

Se depender do silencioso, é possível que dias ou meses se passem, sem que ninguém saiba novidades sobre sua vida. Compartilhar não é uma necessidade para este perfil.

Como consequência, em um relacionamento, o silencioso não costuma dizer o que sente. Mesmo que esteja super feliz ou desapontado, não falará. E se o fizer, será algo bem pontual, quase imperceptível.


O expressivo

O expressivo é aquela pessoa que precisa compartilhar tudo o que vê, ouve e sente. Exatamente por isso, trata-se de um alguém bastante transparente.

É aquela pessoa que comenta durante os filmes, conta novidades imediatamente e fala sozinha caso não possa conversar com outras pessoas. Para este perfil, compartilhar é uma necessidade.

Na relação, o expressivo fala sobre tudo ou quase tudo o que sente, o que é particularmente conveniente para um parceiro (a) de perfil oposto, que não tem o hábito de expor suas emoções.


Entendendo a falha de comunicação

Um só quer falar e o outro só quer ouvir. O problema é que quem só fala não sabe o que o outro sente e quem só ouve não deixa seu companheiro (a) saber seus sentimentos.

E não saber sobre as emoções da outra pessoa é como não saber falar na mesma língua. Os sentimentos do seu parceiro (a) são o feedback, a indicação de que as coisas estão indo bem ou mal.

Dessa maneira, por mais que você faça tudo para agradar, se aquilo não for importante para a pessoa, todo o seu esforço será em vão.


Outro detalhe que merece ser mencionado é que, se você não sabe o que outro sente, dificilmente conseguirá ajudá-lo quando for necessário. O que é uma solução para você, pode não ser uma solução para a pessoa amada. E, muitas vezes, as pessoas não buscam soluções, elas só querem apoio, alguém que as ouça e as entenda.

Então, qual seria o ponto de equilíbrio?

Conscientes de que a comunicação é essencial para manter um relacionamento saudável, ambos os perfis podem fazer um pouco mais de seu oposto.

O silencioso pode facilitar se estiver mais aberto a dizer o que sente. E o expressivo pode começar a falar um pouco menos e ouvir um pouco mais, dando espaço para seu parceiro (a) compartilhar suas emoções.


Obviamente, no início, o silencioso não falará por conta própria. E já que o expressivo gosta de conversar, este perfil pode tomar a iniciativa. Uma boa ideia é perguntar detalhes ainda desconhecidos sobre o outro, coisas simples como a cor preferida, por exemplo.

À medida em que os dois se sentirem confortáveis, podem discutir assuntos cada vez mais profundos. Este já é um ótimo começo para uma comunicação equilibrada.

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Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: zegers06 / 123RF Imagens


E ela se tornou cada vez mais forte. E fez a melhor das escolhas: optou por si mesma!

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