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Fisioquântic traz Deepak Chopra ao Brasil e ele escreve artigo exclusivo para O Segredo!

Deepak Chopra escreveu com exclusividade para O Segredo sobre o Maior Passo do Potencial Humano! O artigo está simplesmente imperdível!


Confira:


O Maior Passo do Potencial Humano

Deepak Chopra

Atualmente muitas pessoas estão familiarizadas com o termo “psicologia positiva”, embora elas não percebam seu significado. A medicina procede diagnosticando doenças e tentando curá-las, e como um ramo da medicina, a psiquiatria e a psicologia focaram por décadas na patologia da mente. Uma enorme mudança de atitude foi necessária para mudar o foco para o potencial positivo da mente.

Dessa forma, a psicologia positiva aborda assuntos acerca de como ser feliz, como aumentar a autoestima, promover o bem-estar e assim por diante.


Pode-se pensar nessa mudança para o potencial humano em termos muito maiores.

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Existem as chamadas habilidades paranormais ou psíquicas — são elas um potencial oculto em nós?

 

Há a exploração da consciência superior, investigando a possibilidade de se acordar de um sonho de dor e sofrimento e, finalmente, levando a mente a um estado mais evoluído. Se você coletar todas as áreas do potencial humano expandido, as quais incluem criatividade, discernimento, renúncia à violência, Yoga, meditação e muito mais — há o suficiente para revolucionar a nossa concepção de mente. Quando isso acontece, então temos uma base para redefinir o que isso significa para o ser humano.


Em uma sociedade aberta, é difícil encontrar alguém que não tenha se envolvido com o potencial humano, começando pelo aspecto mais popular, que é o autoaperfeiçoamento. O desejo de melhorar a si mesmo é uma expressão do impulso para evoluir, o qual é imparável nos seres humanos. Entretanto, diante deste quadro, é preciso perguntar se o movimento do potencial humano está dando frutos. Está se movendo rápido o suficiente? Existem forças reacionárias puxando a sociedade na direção oposta?

Há uma escolha pessoal importante, creio eu, que transforma brincadeira em compromisso. É a chance de ver você mesmo como uma expressão da consciência. Para a maioria das pessoas, isso seria um passo radical, porque elas se veem de outras formas.


Pare um momento e faça um balanço mental.

Você concorda com a afirmação “eu sou o meu corpo”?

Pare um momento

Você dá importância à sua renda, status social, posses e outras validações externas?

Considere as duras divisões políticas de seu país — com qual lado você se identifica?

Uma autoavaliação franca rapidamente indica que cada um de nós se identifica com várias etiquetas, rótulos, problemas, hábitos e uma ampla gama de condicionamentos.

Vamos levar em conta uma perspectiva sem julgamento e neutralizar palavras como bom e mau, certo e errado, politicamente correto e incorreto e assim por diante. De uma decisão completamente neutra, tudo com que você se identifica é produto da consciência.

Todos nós passamos nossas vidas cercados por esses produtos. Com efeito, usamos óculos de realidade virtual através dos quais vemos o mundo, filtrando toda percepção, através de nossos hábitos, crenças, condicionamentos, gostos e desgostos.

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O movimento do potencial humano no fundo é sobre uma coisa: libertar-se da realidade virtual para experimentar a realidade “real”.

 

Mantendo nosso ponto de vista neutro por um momento, qual é a melhor forma de nos desfazermos das construções mentais — produtos da consciência — que criam dor, sofrimento, frustração, vitimização e autolimitação?

A resposta não é eliminar as coisas ruins e acentuar as boas. É claro que todo mundo quer ser bom, mas rapidamente se descobre que não há um acordo real sobre o que é bom e, além disso, a vida é inevitavelmente uma mistura de bom e ruim.

Há uma resposta diferente para acabar com a dor e o sofrimento, que é parar de se identificar com os produtos da consciência e começar a reconhecer a própria consciência.

No momento somos como visitantes de um museu de arte, vagando por ele e dizendo “eu gosto desta obra” e “eu não gosto desta”, o tempo todo sem perceber que foram os artistas que pintaram as telas. Eles são livres para pintar o que quiserem, e as questões de gosto vêm em segundo lugar.

O mesmo vale para a consciência. Nós vagamos pela vida dizendo “eu gosto disso em mim mesmo” e “eu não gosto disso em mim”, sem ver que essas são reações secundárias.

Viver criativamente é saber que a consciência é o elemento comum da experiência, o “material” do qual a realidade humana é feita.

Quando você vê que é um cocriador de qualquer outro agente da consciência no mundo, você realmente entrou no movimento de uma consciência superior, a evolução pessoal, superando todas as construções mentais aprisionadoras que criam ódio, preconceito e outras forças divisoras, juntamente com todas as forças internas que reforçam a divisão do eu.

Tomados de forma geral, os produtos da consciência, quer você olhe para a história ou apenas para os conteúdos da mente normal de uma pessoa, são caóticos. Eles contêm grandes lacunas, contradições, pontos cegos, preconceitos irracionais e impulsos de raiva, medo, ciúme e insegurança, que têm enorme poder sobre nós.

Este caos representa o mau uso da consciência.

O que chamamos de natureza humana não é nada natural, mas um monstro de Frankenstein totalmente artificial, uma criação que se transformou a partir de seu criador.

Entre todas as contradições existentes na natureza humana, que nos forçam a amar um momento e odiar outro; racional, mas profundamente irracional; orgulhoso, mas secretamente envergonhado.

A contradição final é que criamos os produtos da consciência e depois acreditamos neles, como se eles existissem independentemente de nós.

Nenhum aspecto da natureza humana existe fora da consciência e, quando não podemos mudar as coisas que tememos, estamos renunciando à consciência, a mesma coisa que cria tais medos.

Uma vez que nos identificamos com nossa própria consciência, não seremos mais definidos por nada, exceto pelas possibilidades infinitas que são o estado fundamental da realidade. Dizer “Eu sou o campo do potencial infinito” é a definição apropriada do ser humano.

 


A Fisioquântic traz ao Brasil Deepak Chopra! Ele estará no CSTQ, que acontece nos dias 13 e 14 de Setembro no Teatro Bradesco em São Paulo. 

Considerado pela Revista Time uma das 100 maiores celebridades do século. Conhecido como o “poeta e profeta da Medicina Integrativa” e famoso pela transformação pessoal, escreveu mais de 85 livros, entre eles “A Cura Quântica”, “As 7 Leis espirituais do sucesso”, “O Poder da Consciência”, “Você é o Universo”, incluindo mais 25 Best-Sellers do New York Times.

Será o único evento no Brasil!

As inscrições são realizadas no site www.cstq.com.br


Deepak Chopra

Deepak Chopra MD, FACP, fundador da Fundação Chopra (The Chopra Foundation) e co-fundador do Centro Chopra de Bem-Estar (The Chopra Center for Wellbeing), é um pioneiro de renome mundial na medicina integrativa e transformação pessoal, especialista em Medicina Interna, Endocrinologia e Metabolismo. 

É membro do Colégio Americano de Médicos e da Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos. Chopra é autor de mais de 85 livros traduzidos para 43 idiomas, incluindo vários best-sellers do New York Times. Seus últimos livros são “The Healing Self”, em co-autoria com Rudy Tanzi, Ph.D. e “Quantum Healing (Revised and Updated): Exploring the Frontiers of Mind/Body Medicine”.  


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