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Fiuk é processado por garçom que acusou de furto; juiz nega pedido do ator

Foto: Reprodução
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O juiz Paulo Roberto Correa, da 8ª Vara Cível do Rio de Janeiro, negou nesta semana um pedido de Fiuk no processo de danos morais movido contra ele por um garçom do Hotel Sheraton. O cantor pediu para não informar à Justiça seu e-mail e número de telefone, alegando ser uma figura pública.

O caso começou em 2011, quando o funcionário do hotel foi chamado ao quarto do ator para esquentar uma comida e retirar um carrinho de louça suja. O garçom afirma que, horas depois, Fiuk foi até a recepção e o acusou de furtar um celular.

A polícia foi acionada e revistou o garçom, mas não encontrou o aparelho em seus pertences. Ele deu início ao processo em 2014, e pede R$ 30 mil em danos morais.

O juiz negou o pedido de Fiuk e afirmou que “a condição de artista do demandado não é, por si só, suficiente para que se modifique a regra inserta na cabeça do artigo 189 do Código de Processo Civil”.

O artigo em questão determina que todos os processos são públicos, exceto em alguns casos específicos — na avaliação do juiz, o caso de Fiuk não se encaixa em nenhum deles.

Procurada, a assessoria de Fiuk afirmou que ele não vai se pronunciar sobre o caso.

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