Comportamento

Fui tudo que pude ser, agora sou tudo que quero!

Eu vivi completamente enganada por um longo tempo e o pior de tudo é que nem sequer estava ciente disso: pensava que minha vida tinha todo o sentido até que me dei conta de que apenas estava sendo o que podia ser, não o que eu queria ser.



Não é que  alguém tivesse me enganado, não se trata disso, é que eu não tinha sido sincera comigo mesma. É uma sensação estranha porque nessa bolha de comodidade você não é capaz de entender que não está experimentando sua essência ao máximo ou, o que dá no mesmo, você se sente tranquila e bem, mas não está completamente cheia de vitalidade.

E quando você finalmente se enche de vitalidade… acontece que você descobre a si mesma e então começa a perceber a energia positiva presente em cada coisa que você faz ou em cada acontecimento que lhe ocorre. A autoestima finalmente parece estar no seu lugar adequado e os sonhos e os objetivos um pouco mais próximos.



A transcendência de ser autêntico

Eu me atreveria a dizer que a autenticidade tem que estar nos bolsos de cada busca que pretendemos empreender, pois apenas as coisas realmente puras têm um valor incalculável. Imagine a sensação que seria encontrar os outros tal e como você gostaria e não como as circunstâncias lhe permitiram.

FUI TUDO

A transcendência de ser o que se quer ser e não o que pode implica justamente a liberdade que fomos cultivando durante tantos anos, experiências e sentimentos. As nossas experiências nos formam, e não há nada mais gratificante do que estar ciente disso e poder compartilhá-lo.


Ser autêntico é a única maneira de que dispomos para que gostem de nós de maneira sincera, e um dos principais motivos pelo qual as pessoas ao nosso redor decidem permanecer conosco: não existem mentiras para ninguém, nem sequer para você, e as relações são saudáveis e fortes.


Posso ser o que quero ser de verdade

Ser o que você realmente quer custa um pouco mais que ser o que pode ser e, ainda que isso pareça um trava-línguas, se você parar para pensar verá que trata-se de uma certeza absoluta: a sociedade, com a sua falta de respeito ou ausência de tolerância, dificulta muito a nossa atitude de se abrir completamente para o mundo.


No entanto, nunca se esqueça de que tudo isso pode machucar apenas se você lhe der autoridade: sempre aja conforme você sente, respeite o outro e deixe de lado todos os obstáculos que surgem no meio do caminho.

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Se além disso você está nessa situação em que nem mesmo você está ciente de que não está ali 100%, pode ser o momento de ir devagar consigo mesmo. Quem sabe, talvez você encontre alguma serendipidade que lhe dê ainda mais felicidade na sua vida.



Como consigo isso?

Essa pergunta é provavelmente a mais difícil de responder, visto que dependerá muito de cada um, do que você sente e até onde está disposto a chegar. No entanto, um dos processos que você deve seguir para conseguir ser o que quer ser é aprender a estar sozinho para encontrar sua paz interior.

Ou seja, se você pretende agir com os outros com honestidade, primeiro é preciso agir dessa maneira consigo mesmo, e isso acontece começando a se escutar e a se conhecer, entender que você não precisa de uma companhia que o complete, ter consciência dos seus defeitos e de suas virtudes, reconhecer aquilo que o incomoda e o que não o agrada, reconhecer erros e curar feridas… Definitivamente, organizar o seu tempo e perguntar-se visando a autocompreensão.


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Quando você se der conta de que agora você é quem quer ser de verdade, passará a entender que antes não era. O “chip” foi trocado  e parece que todo o círculo que rodeia a sua vida fez  o mesmo com você: você sorri mais, os desafios tornam-se mais simples e as pequenas coisas deixam de passar despercebidas. Portanto, lhe peço que deixe de seguir buscando no lugar errado, para que você tropece na sua verdade e não no acidente grave de ter perdido tempo.


É preciso saber desistir…

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