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Fuja de relacionamentos falidos! tire o dedo do botão de pause e vá viver!

Todos nós já sofremos por amor ao menos uma vez na vida, pelos mais variados motivos: Amor não correspondido, proibido, o “a distância”  e por aí vai… O fato é que existem aqueles amores que parecem não ter nascido para dar certo, e quando você se depara com este daí, meu amigo, a solução é cair fora, enquanto há tempo!



Manter-se em um relacionamento longo e se aprisionar a alguém, requer boas doses de consciência. Você precisa pensar (racionalmente), se está fazendo a coisa certa, se aquilo o faz feliz ou se o prende, apenas por apego ou o pior de todos os motivos: o medo de ficar só.

Tem coisa mais triste? Não. Não tem. O medo de estar só é a maior prova de baixa autoestima que uma pessoa pode dar, é não se bastar, é sentir-se incapaz de ser feliz sozinho ou mesmo no meio de uma multidão, porque é sentido por aquele que esqueceu de sua importância. E lá se vão, pulam de cabeça no mar dos relacionamentos de “faz de conta”, abusivos e repulsivos, para, lá na frente, afogarem-se.

Não tem essa de metade de laranja, não! Todos nascemos completos, ninguém precisa de metades para ser inteiro, as pessoas que escolhemos para dividir experiências conosco são um tipo de “bônus”, são complementos que tornam a vida mais leve e devem trazer paz aos corações, se não for assim, é porque não é para ser sua companhia. Fuja e fuja para longe!

Transmute aquele sentimento sombrio de que o outro vai aprontar, aquela sensação de palpitação, de ansiedade, sempre achando que algo ruim está para acontecer, não se agarre nisso não, é cilada certa. No fundo, nossa intuição diz tudo que é melhor para nós, só precisamos aprender a ouvi-la.

O pior castigo de uma alma é estar presa (por vontade própria) a alguém que todo dia traz algum sofrimento, direta ou indiretamente; o pior sim, porque essa algema foi fechada por você mesmo. Não se mantenha aí, agarrado (mesmo ferido), a alguém que minimiza cada uma das suas conquistas, que não​ consegue mais desenvolver uma única conversa sadia com você, que não ri das suas graças e que pouco se importa com suas desgraças.


Liberte-se! Permita-se observar o novo, o desconhecido; arrisque-se, mesmo que tropece, corra atrás dos seus sonhos, desejos; experimente, ouse não gostar, ou gostar, só não vale ficar estacionado no mesmo dissabor, a vida é cheia de oportunidades, de gostos, cheiros e apertos diferentes. Ouse mudar.

Não fique aí parado vendo tudo degringolar, sentindo-se incapaz de ser amado, insistindo em se manter perto de alguém que o faz sentir cada vez mais distante.

Mulher tem alma forte, arredia, valente e feroz. A cada década tornam-se mais independentes, o tempo da Amélia sem vaidade, recatada e do lar, passou! As Amélias viraram FRIDAS KAHLO. Fortes, autônomas, guerreiras, enfeitadas, transgressoras. Trabalham, dirigem, criam filhos, escrevem, superam doenças incuráveis, perdas.


Há vários textos que dizem que o primeiro amor não se esquece, outros em que o verdadeiro amor é o segundo, por outro lado, parece-nos que, quanto mais amamos, melhor é, que sejam dois, três, quatro amores, não se cansem de buscar, não se prendam ao número 1 ou 2, prendam-se apenas a obrigação que têm consigo:  de ser responsável por sua felicidade e não incutam ideais romancistas e retrógrados em suas cabeças.

Não se torne dependente de uma relação frustrada. Houve um tempo em que se acreditava no amor para a vida toda, que besteira, viu, gente?

Amor dura até quando deixar de fazer bem, passou disso, vira desamor. Até nós temos data de validade, quanto mais uma relação!

Tira o dedo do botão de pause e vá viver, vá sentir outras sensações, para dali a pouco não se tornar um velho rabugento, amargo e frustrado, porque gente mal-amada é a pior raça que existe!

 

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Direitos autorais da imagem de capa: nd3000 / 123RF Imagens

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