Gratidão pela sua indiferença, ela me levou a esbarrar no meu amor próprio!

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Sua indiferença levou-me a esbarrar no meu amor próprio…



Olá amor, resolvi quebrar o silêncio e escrever, porque, como alguém que te conhece muito bem, sei que uma hora ou outra você vai aparecer para dizer sobre o quanto eu me afastei e questionar o meu amor – Você não me ama mais?! Esqueceu de mim?! Não sente minha falta?!

A verdade é que é totalmente o contrário. Eu me importei demais, me entreguei demais, me joguei com tudo em seus braços, mas mesmo os teus bíceps largos e aparentemente fortes foram incapazes de agarrar e sustentar um sentimento tão intenso.

Eu já insisti demais, me doí demais, enquanto você jogava o seu jogo de tanto fez, tanto faz. Acreditei por vezes que poderia ser só uma fase, e que você poderia vir a mudar – Quanta ingenuidade!


Que fique bem claro, que não estou te culpando de nada, aliás eu preciso dizer-te: obrigado! Obrigado porque tudo isso me fez parar e olhar para dentro, fez com que eu me descobrisse e reencontrasse com algo que estava perdido aqui dentro, o meu amor próprio.

Agora você deve estar se perguntando: – Então, acabou o amor? – Não, não acabou… Aliás, não acredito que o amor deixa de existir, talvez ele se transforma, vai perdendo força, se transmuta de amor incendiário para amor brando ou estia até que se torne apenas um amor amigo, mas nunca acaba, porque amor é infinitude, e uma vez que se aprende a amar, não tem como desaprender.

Então, eu te amo… Mas aprendi a me amar mais, a ser mais por mim, e aprendi que a minha felicidade não deve depender de um outro alguém, ela tem de ser ímpar primeiro para depois eu querer somá-la a felicidade de outrem.


Eu te amo, mas me amo muito mais e sou inteligente o bastante para saber quando a minha intensidade é incômoda ao outro, e para entender que amor e atenção não devem ser mendigados.

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