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Há mais de 10 anos, esse cãozinho mora no cemitério, onde a dona foi sepultada. Ele se recusa a ficar longe!

Bob mora em um cemitério em Taboão da Serra (SP) há 12 anos, desde que era apenas um filhote. Todos afirmam que ele se recusa a ficar longe de sua dona.



Quando os laços entre os humanos e os cães se tornam realmente fortes, nem a morte é capaz de rompê-los. O amor é algo que transcende a lógica, passa a ser o mais puro e importante sentimento, capaz de se fortalecer a cada dia.

Nem todos os relacionamentos com os bichos de estimação se elevam a esse nível, que parece uma ligação de outro mundo, impossível de se explicar com palavras. O cãozinho Bob viveu (e vive) isso há mais de 10 anos com sua dona, que infelizmente faleceu, mas que parece acompanhá-lo até hoje.

O caso se passa em Taboão da Serra (SP), onde um cachorro entrou no cemitério da Saudade para acompanhar o triste enterro de sua dona, e nunca mais saiu dali.


Como se não quisesse sair do lado da amada dona, Bob desde então acompanha todos os sepultamentos feitos ali e acabou sendo adotado pelos funcionários do local.

Ele recebeu o nome de Bob Coveiro, e praticamente trabalha no lugar, acompanhando cada passo daqueles momentos de despedida.

O cachorro ganhou sua vida escrita no livro de um funcionário do cemitério, Joselito Silva, além de uma página no Facebook, para que mais pessoas o conheçam. O homem conta que ele participa de todos os sepultamentos, acompanha, volta e aguarda o próximo sepultamento. O restante da família tentou levá-lo embora, depois que sua dona foi sepultada, mas ele nunca se acostumou com casa nenhuma e sempre voltava para o cemitério.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Bob Coveiro.


Outros funcionários do local ainda afirmam que sentem que ele jamais esqueceu sua dona, mesmo sendo filhote, quando tudo aconteceu. Também acreditam que o cachorro caramelo sabe que ali é um local de despedida e mostra respeito todos os dias a isso. Bob acompanha não apenas os sepultamentos, mas todos os processos dos funcionários ali, como o preparo dos corpos e até exumações.

Bob mora à entrada do cemitério e, ao longo dos anos, fez grandes amigos naquele lugar, ganhou uma casa, um jardim e é alimentado todos os dias pelos funcionários.

Todos que moram perto do cemitério da Saudade já ouviram falar do cachorro que foi acompanhar o enterro de sua dona e nunca mais foi embora do cemitério.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Bob Coveiro.


Boca, um dos coveiros mais antigos, é quem mais tem apego ao cãozinho, e explica que todos ali cuidam de Bob, alimentam, levam-no ao pet shop, compram-lhe brinquedos e tudo o que conseguem. Quando têm pouco dinheiro, pedem doações para a população, que sempre está disposta a ajudar. Todos ali ficam mais felizes quando veem o cachorro correndo animado atrás dos brinquedos improvisados que ganha.

O cão de pelo caramelo e olhos de uma profundidade que emana sabedoria tem livre acesso ao cemitério. Ali é seu lar, e ele é profundamente respeitado e querido por todos que cruzam seu caminho. Alegra a vida dos funcionários e é um dos maiores companheiros que alguns poderiam pedir.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Bob Coveiro.

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