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Homem adotado reencontra a mãe biológica após 30 anos e vive um romance com ela!

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capafacebook Homem adotado reencontrou a mae biologica apos 30 anos e vive um romance com ela

Entenda mais sobre o polêmico caso!

Ben Ford, 38, e Kim West, 57, são mãe e filho que vivem uma relação romântica, e sua história tem sido motivo de polêmica nas redes sociais.

Uma matéria do The Sun explicou um pouco sobre o reencontro deles após 30 anos e perceberam que estavam apaixonados um pelo outro.

Ben foi entregue para adoção e anos depois procurou a mãe biológica

Kim cresceu em Londres (Inglaterra), mas engravidou aos 19, quando estudava na Califórnia, nos EUA. Como não queria ser mãe naquele momento, resolveu entregar o bebê para adoção antes de voltar para o Reino Unido, perdendo contato com a família que o adotou.

Ben, assim como muitas crianças adotadas, ao ficar mais velho, quis conhecer sua mãe biológica, então resolveu lhe mandar uma carta. Os dois combinaram de se encontrar em um hotel para se conhecer e conversar, mas com certeza não imaginavam o que estava para acontecer.

O começo da relação entre mãe e filho

Depois de dividirem um champanhe, ambos deram o seu primeiro beijo. Kim, que disse que sentiu como se ela e Ben se conhecessem havia anos, começou a ter sonhos sexuais com o filho, e depois de algum tempo, eles começaram a ter relações.

Ben, por sua vez, explicou que não enxergava Kim como sua mãe, mas sim como um ser sexual.

Três dias depois da primeira relação, Bem resolveu contar a verdade para a mulher com quem era casado na época, Victoria, que ficou chocada com a revelação do ex-marido.

Segundo Kim, Victoria já estava um pouco incomodada com a aproximação dos dois. A mãe disse que não conseguiu se afeiçoar à ex-nora e que sentia ciúme quando via o filho tocá-la.

Quando deixou Victoria, Ben ainda lhe disse: “Toda vez que fiz sexo com você desde que a conheci, imagino que é ela que estou beijando“.

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Direitos autorais: Reprodução / The New Day

A desaprovação perante a sociedade e a lei

Bem e Kim foram obrigados a se esconder durante algum tempo porque, de acordo com uma lei do estado de Michigan, onde viviam, ambos poderiam pegar até 15 anos de prisão por conta de seu relacionamento.

Em 2016, quando o caso veio à tona, Kim disse que sabia que as pessoas diriam que eles são nojentos, mas afirmou que, quando somos atingidos por um amor tão intenso quanto esse, precisamos lutar por ele. Ela ainda acrescentou que se tratava de uma chance única na vida e que eles não estavam dispostos a desistir.

O casal ainda planejava ter filhos biológicos, se pudessem. No entanto, atualmente não há informações sobre sua localização ou se mãe e filho ainda estão juntos.

Atração sexual genética (GSA)

Ben contou que, logo depois que começou a sentir atração pela mãe, procurou um terapeuta e um grupo de apoio para pessoas adotadas e ouviu falar sobre a atração sexual genética (GSA), que representa uma atração entre parentes que se conheceram já adultos. Tanto ele quanto Kim acreditam que a atração foi a razão de seus sentimentos bizarros.

Kim, que trabalhava como designer de interiores, na época negou que sua relação se tratasse de incesto, mas sim de GSA, e acrescentou que eles eram como “ervilhas tortas” e deveriam ficar juntos.

Apesar das declarações, de acordo com o The Sun, o fenômeno GSA é enxergado como uma pseudociência, pois há poucas evidências ou estudos que sugerem que as pessoas são sexualmente atraídas por outras geneticamente semelhantes.

Os perigos da endogamia

Acredita-se que a endogamia, acasalamento entre indivíduos aparentados, geneticamente semelhantes, pode resultar em deficiências nas crianças frutos dessas relações. Além disso, malformação dos membros, fertilidade reduzida e assimetria facial também são consequência desses relacionamentos.

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