Comportamento

Homem expulsou casal gay que jogava futebol em quadra pública. Foi acusado de homofobia

Quando jogava futebol com sua namorada e duas colegas, um homem as abordou, proibindo a atividade física.



Durante a pandemia do novo coronavírus, vimos praticamente todos os lugares se fecharem para frear a disseminação da doença.

De parques públicos a escolas, bares, restaurantes e lojas, sendo que apenas os serviços essenciais podiam funcionar, e sem nenhuma normalidade, já que ainda é preciso manter o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização correta e frequente das mãos.

Conforme a vacinação foi avançando, alguns lugares puderam retomar a vida, pouco a pouco. Os locais públicos, como praças, parques e quadras, são essenciais para manter a comunidade ativa e fornecer aos cidadãos um de seus direitos básicos: o lazer.


Todos os corpos precisam se movimentar, sem exceção, e após tantos meses mantendo o máximo de isolamento possível, jovens e adultos quiseram voltar ao convívio das ruas, buscando certo tipo de normalidade, mesmo que ainda distante.

Em Yucatán, no México, a jovem Karelly se viu em uma situação que classificou em seu perfil no Twitter como homofobia. Enquanto jogava futebol com sua namorada e duas amigas, em um campo de futebol público, foram abordadas por um comissário, um dos funcionários responsáveis por cuidar do local. Segundo a jovem narra, ela e as outras meninas se viram obrigadas a deixar o lugar, abandonando o lazer.

Pedindo algum tipo de providência, Karelly escreve em uma publicação que o local estava aberto ao público, que elas estavam em quatro pessoas e aquela não era a primeira vez que o homem se demonstrava preconceituoso. As meninas precisaram sair do campo porque ele as obrigou, sendo agressivo e impondo, sem nenhum respaldo judicial, a saída delas dali.


Em um vídeo compartilhado, é possível ver as jovens conversando com o homem, que se mostra irredutível, dizendo para elas saírem do campo. Tentando se defender das acusações de homofobia, o comissário diz que “não é nada com elas”, mas segue pedindo que saiam.

Na publicação, Karelly marca Renán Barrera, prefeito de Mérida, pedindo que ele olhe para a situação com mais atenção, acusando o homem de ser preconceituoso. Ela perguntou se o local não estava afinal aberto ao público.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@karellycauich.

As imagens e a publicação não deixam claro quem é o comissário em questão. Nenhuma providência oficial foi tomada ainda. Enquanto isso, a jovem usa as armas que tem, como as redes sociais, expondo situações complexas e que exigem uma atitude imediata. A comunidade LGBTQI+ ainda aguarda uma resposta das autoridades.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@karellycauich.

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