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Homem manda mulher amamentar bebê no banheiro de mercado, e ela rebate: “Você almoça no banheiro?”

Durante toda a sua vida, Sophia se sentiu constrangida com os comentários maldosos dos homens sobre seus seios; quando se tornou mãe, não deixou que isso acontecesse.



A amamentação é um grande tabu em nossa sociedade. Mesmo sendo uma das coisas mais naturais da humanidade, com o passar dos anos (e o fortalecimento da indústria alimentícia), o aleitamento materno foi sendo transformado em uma espécie de subcategoria. A indústria dos chamados “substitutos do leite materno” se esforça para produzir algo igualmente potente, mas sem sucesso.

O leite artificial, embora seja importante, em alguns casos, nunca será igual ao materno, por isso, é extremamente intrigante que a sociedade demonize mães que amamentam seus filhos de forma natural e saudável em público. Infelizmente isso é bem mais comum do que imaginamos.

Sophia San Filippo sempre se sentiu incomodada, desde a pré-adolescência, com os comentários negativos e pejorativos dos meninos sobre seu corpo. No início, era porque não tinha seios e, quando passou a tê-los, era porque eles eram “vulgares demais”. Nada do que ela fizesse estava certo, mesmo que nem sequer fizesse algo.

Mas, como uma boa menina, ela aprendeu desde cedo que deveria ficar quieta e simplesmente “ignorar os meninos”.


Sentindo-se completamente desconcertada e submissa, Sophia seguiu essa regra, que aprendeu ainda no berço, até o momento em que se tornou mãe, foi aí que as coisas mudaram de tom.

Ela tinha apenas 23 anos, e a maternidade era avassaladora, mas percebia que finalmente conseguia se encaixar naquela maré de sensações. Certo dia, em um supermercado, seu filho ainda bebê começou a chorar, ela nunca o havia amamentado em público, mas ele tinha fome e ela não queria abandonar seu carrinho cheio de compras.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Sophia San Filippo.

Sophia buscou um local mais calmo, e encontrou, no fundo da loja, uma área de atendimento ao cliente, sentou-se e começou a alimentar seu pequeno bebê. Ambos relaxaram instantaneamente, mas quando olhou para cima, viu um homem observando-se de trás do balcão. Com uma cara de nojo, ele “cuspiu” as palavras, informando que eles tinham banheiro onde ela poderia fazer “aquilo”.


A mãe logo se sentiu extremamente envergonhada, e teve a reação de tentar se cobrir, mas quando se moveu, o bebê voltou a chorar. Então ela parou, colocou-o de volta no peito e tentou se acalmar. Foi quando enxergou naquele homem os vários meninos que tanto a insultaram ao longo da vida, provocando-a por conta das roupas que usava. Aqueles mesmos meninos estavam naquele homem, sentindo repulsa porque ela usava seu corpo para alimentar o próprio filho.

Nesse momento, Sophia decidiu não aceitar mais essa situação. Aquela seria a última vez que alguém sentiria que poderia opinar sobre seu corpo.

Foi quando perguntou calmamente ao senhor se ele alguma vez já havia almoçado em um banheiro, e finalizou dizendo que havia ouvido a campainha do almoço, então, que ele fosse lá testar.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Sophia San Filippo.

Em choque, ele se afastou sem dizer mais nada. Sophia amamentou seu bebê, terminou suas compras e saiu daquela loja se sentindo a mulher mais forte, corajosa e poderosa que conhecia. Em seu relato ao “Love What Matters”, Sophia pede que não deixem os meninos fazerem isso com as meninas.

As famílias também precisam ensinar às meninas que elas não precisam tolerar esse tipo de situação, isso não pode ser encarado como “normal”. Elas precisam se impor e exigir que ninguém fale sobre seu corpo.

O que achou da atitude desta mãe?

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