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Homem revolta filho de Eliza Samudio ao se ‘fantasiar’ de goleiro Bruno

capinha

Criado pela avó, o filho de Eliza Samudio ficou revoltado ao se deparar com uma foto fazendo referência à morte de sua mãe.



Numa festa de halloween, numa casa de shows em Manaus, no Amazonas, um dos frequentadores posou usando uma camisa de time com o nome Bruno, segurando um saco de lixo, que tinha o nome da modelo, na noite da última segunda-feira. Eliza foi assassinada em 2010 a mando do goleiro Bruno, com quem se relacionava na época.

“Já chorei muito. Tanto desrespeito com a vítima. Bruninho ficou arrasado”, diz Sônia Moura, mãe de Eliza que cria o neto.

Sônia irá tomar medidas e procurar a Justiça. “Eu já acionei a advogada para tomar as providências. Eu não vou admitir mais fazerem esse tipo de coisa com a minha filha. Justo no dia de hoje. É tão difícil para mim…”


“Parece que a pessoa não tem um pingo de empatia com o próximo. Será que a pessoa não sabe que tem o filho dela, que é menor, envolvido nisso tudo?

 

“Fiquei arrasada quando vi isso. Muito triste. Em 2018, jovens de Minas Gerais tinham feito a mesma coisa”, acrescenta ela, emocionada. Sônia irá tomar medidas e procurar a Justiça. “Eu já acionei a advogada para tomar as providências. Eu não vou admitir mais fazerem esse tipo de coisa com a minha filha. Justo no dia de hoje. É tão difícil para mim…”


Fantasia de goleiro Bruno

Foto: Reprodução | Instagram

 

Após a foto viralizar nas redes, a casa de shows se pronunciou. Argumentou que a imagem fora publicada por um estagiário, que não tinha conhecimento do crime que ocorreu há 11 anos

“O Porão do Alemão não compactua com apologia a qualquer crime, inclusive feminicídio. A foto foi postada pelo nosso estagiário, que tem 20 anos. O crime foi há cerca de 11 anos e foi alegado desconhecimento, e a moderação imediatamente, ao ver a foto, apagou e advertiu o responsável. Pedimos desculpas pelo ocorrido. O funcionário em questão foi temporariamente afastado. Mais uma vez: O Porão do Alemão não compactua com todo e qualquer tipo de crime. Apologia ao feminicídio é crime”, consta do comunicado divulgado pela casa.


Identificado como Rodrigo Fernandes, o homem que se ‘fantasiou’ é um tatuador. Após a repercussão do caso, o estúdio em que trabalhava o demitiu.

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