Comportamento

Influenciadores desistem de adoção porque criança não poderia aparecer nas redes sociais por um ano

Nikki e Dan Phillippi decidiram não adotar uma criança tailandesa porque as regras do país dizem que a criança não poderia ser exposta em mídias sociais.



Atualmente, o uso das redes sociais domina a internet. E, ao contrário do que alguns pensam, as diferentes plataformas não servem apenas para conectar pessoas conhecidas, elas também têm sido muito utilizadas para impulsionar marcas, como principal local de vendas, e até para “lançar” pessoas.

Junto com as redes sociais, uma nova categoria de trabalho surgiu: a dos influenciadores. Desde que o YouTube despontou, muitos canais de pessoas abrindo pacotes, testando produtos ou simplesmente mostrando sua vida surgiram por todo lado. Os influenciadores digitais (ou, em inglês, digital influencers) são pagos por empresas para fazer propagandas de algumas marcas e produtos e atuam, basicamente, como influenciadores de grandes grupos.

Esse é trabalho de Nikki e Dan Phillippi, que foram duramente criticados por cancelar a adoção de um bebê na Tailândia porque o país possui regras rígidas quanto à exposição de infantes no primeiro ano. O casal fez um vídeo falando que um dos principais motivos da desistência foi o fato de que a criança “não poderia aparecer no YouTube” nesse período.


Os dois chegaram a publicar um vídeo dizendo que tinham intenção de adotar uma criança tailandesa, mas cerca de dois meses depois desse registro, eles logo publicaram outro, mostrando a insatisfação com o sistema adotivo do país.

Dan explica que os planos foram suspensos assim que eles foram informados sobre as “leis exclusivas” sobre os bebês.

Direitos autorais: reprodução YouTube/NikkiPhillippi.

A influenciadora explica que, embora eles pudessem levar a criança para casa, não teriam permissão para falar sobre ela, compartilhar imagens, fotos, vídeos ou qualquer coisa sobre na rede mundial. Seu marido acrescenta que Nikki tem um canal no YouTube onde compartilham suas vidas, o que tornaria impossível a adoção.


O casal, que agora tem outro filho chamado Logan, explicou, através de gírias e memes, que aquela adoção não teria como funcionar. Ambos pensaram muito a respeito, disseram que buscaram nas orações uma resposta e tentaram interpretar seus sentimentos. Quando pesaram a situação, perceberam que não estavam bem com o fato de a adoção ser finalizada apenas um ano depois.

Para eles, ter uma criança morando em casa durante um ano, mas precisar agir como se ela ainda não fosse filha, era difícil demais.

Nikki decidiu conversar com amigos e parentes próximos, além de sua assistente, e todos foram categóricos ao afirmar que eles deveriam desistir desse processo tão complexo.

Direitos autorais: reprodução YouTube/NikkiPhillippi.


Alguns meses depois, fizeram novamente um vídeo dizendo que pretendiam adotar uma criança na Coreia, mas também tiveram de explicar que não levariam adiante a ideia, já que a agência explicou que eles dificilmente seriam aceitos, dada a sua presença nas redes sociais.

O casal acumula críticas e recentemente revelou que o cão da família havia sido sacrificado porque tinha um “lado agressivo” e que foi mostrando “sua cara feia” ao longo dos anos. Explicou que o cachorro já esteve envolvido em vários incidentes complicados, inclusive com o filho Logan, e isso o levou à eutanásia.

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