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Insanidades do amor

Insanidades do amor2

Fico olhando o seu número em meu telefone e sinto que, se não o apagar, logo vou passar muito tempo olhando para ele e resistindo à tentação de ligar e perguntar como você está.



Vejo sua foto no perfil do WhatsApp e digito uma mensagem, mas na dúvida cruel de mandar ou não, decido, abruptamente, apagar tudo ou jogar o celular para bem longe de mim,

Coitado, já pegou tanta queda que nem lembro mais! Já sobreviveu às minhas crises de raiva e loucura, já sobreviveu a essa fixação que tenho por você e, claro, presenciou inúmeros choros e me acalmou com músicas maravilhosas para o momento.

Quando o vejo online, uma sensação de querer saber onde você está, o que está vestindo e se já se alimentou me vem à mente, quero saber mais sobre você: se você gosta de animais e de crianças, se prefere doce ou salgado, se tem insônia ou muito sono… e isso me dá mais agonia, pois nem posso me aproximar de você e trazer tais interrogações à tona, pois quando me aproximo e sinto o calor de seu corpo, eu tremo toda e nem sinto minhas próprias pernas.


Isso é amor? Não sei se é, mas espero que seja lá o que for, que me tire deste estado estranho em que me encontro.

Estado de completa anestesia perto de um alguém que, na real, mal conheço, mal sem quem é.

Espero que se for para acontecer aconteça logo, se for para ficarmos juntos que fiquemos logo, pois não aguento tanta agonia em meu coração.

Sei esperar, sei sim, mas preciso pelo menos da certeza de que você também sinta alguma coisa por mim.


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Direitos autorais da imagem de capa: yeko / 123RF Imagens

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