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Já se sentiu desanimado(a), mesmo podendo ter o mundo ao toque dos dedos?

Estamos quase atingindo um ápice tecnológico que, ao mesmo tempo em que pode construir, pode destruir. Podemos nos conectar com pessoas de todas as partes do mundo em poucos segundos, fazer várias coisas ao mesmo tempo e interagir a todo o momento.



No entanto, nunca nos sentimos tão solitários! Pois, se no mundo virtual muito interagimos, criando um universo próprio onde podemos construí-lo e desconstruí-lo com apenas um clique, no mundo real não podemos.

Talvez, por isso, ficamos cada vez mais afastados dele. Mesmo nas reuniões familiares os contatos não possuem mais “tato” como antes, é raridade olhos nos olhos numa agradável conversa ao jantar, a emoção de um abraço, a emoção da partilha de um momento, etc.

Hoje, nossa companhia de todas as horas, que ganham a maior parte do nosso precioso tempo, são os nossos “bichinhos eletrônicos”, os quais alimentamos até mais que a nós mesmos. E os danadinhos, a cada dia que passa, precisam ainda mais de “comida”! Não vivemos mais sem eles e graças a eles podemos estar sempre conectados às pessoas queridas e ter acesso, a qualquer momento, a preciosas e importantes informações.

Só não podemos nos esquecer de Albert Einstein quando disse: “Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade…”

Estamos nos aproximando de um mundo onde, provavelmente, serão comuns os relacionamentos, inclusive amorosos, com robôs. Sim, um robô disponível 24h por dia, para dar todo carinho e atenção que “merecemos”. E o que é melhor, que não reclame dos nossos defeitos e que nos ache perfeitos! Apenas devemos lembrar que, aquele que nos ama de verdade aponta com sensibilidade ou reflete nossas falhas para nos ajudar no processo de descoberta de nós mesmos.


Se quisermos um mundo melhor, teremos que construir esse mundo dentro de nós para contagiar quem estiver ao nosso redor. Precisamos voltar a conviver mais, dar as mãos, literalmente.  

A tecnologia deve ser cada vez mais utilizada sim, até mesmo para estreitar laços com as pessoas que estão distantes e facilitar encontros que, no dia a dia seriam improváveis, mas não deve substituir todos os momentos presentes.

Precisamos sentir mais calor humano e menos a singela frieza dos nossos queridos “bichinhos eletrônicos”, antes que seja tarde demais.


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Direitos autorais da imagem de capa: sam74100 / 123RF Imagens

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