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João Gordo abre o jogo sobre seu estado de saúde e diz que pode morrer. Entenda!

Foto: Reprodução
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João Gordo revelou na quarta-feira, 29 de junho, que tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O cantor e apresentador explicou uma foto na qual aparecia com uma máscara de inalação e um oxímetro no dedo, que preocupou os seguidores.

Em um vídeo, ele detalhou o que estava acontecendo e deixou um alerta: “Eu não estou morrendo, cara. Mas, se eu ficar marcando, eu posso morrer. Eu tenho um problema do pulmão. Eu sou DPOC, que é doença pulmonar obstrutiva crônica”, afirmou.

“Quando muda o tempo, inverno, eu fico cheio de catarro e não consigo dormir. Eu tenho que ficar fazendo inalação e medindo com o oxímetro no dedo toda hora.”

Conforme OFuxico mostrou, em uma foto postada no Instagram, João Gordo havia preocupado os seguidores ao mostrar um tratamento indicado para desentupir as vias aéreas por meio da inalação de vapor com soro ou medicamentos para umidificar as vias respiratórias.

Entenda a doença de João Gordo

A dificuldade em diagnosticar a DPOC no Brasil está no fato das doentes não interpretarem os sintomas como uma doença.

Segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), pelo menos 6 milhões de pessoas tem DPOC no Brasi, embora apenas 12% dos casos sejam diagnosticados. Entre os poucos diagnosticados, somente 18% seguem o tratamento médico.

Pessoas com DPOC têm muita dificuldade de respirar, principal sintoma da doença. Cansaço, tosse e catarro também são frequentes nesses pacientes, segundo o pneumologista da Faculdade de Medicina do ABC, Franco Martins.

Os grupos mais afetados por DPOC são idosos, fumantes e ex-tabagistas. “A enfermidade também é mais comum em homens com mais de 40 anos”, aponta o professor.

Em casos menos frequentes, pessoas que expostas por muito tempo a fumaça de fogão à lenha também costumam desenvolver a DPOC.

Doença sem cura, mas com tratamento

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Direitos Autorais: Reprodução/Instagram

Conforme destaca o Ministério da Saúde, a DPOC não tem cura, mas há tratamentos disponíveis que atuam retardando a progressão da doença, controlando os sintomas e reduzindo as complicações.

“É fundamental consultar um médico pneumologista para diagnóstico e tratamento adequados. A fisioterapia e os exercícios físicos com orientação profissional adequada de um fisioterapeuta também são aliados do paciente”, destaca o Ministério da Saúde.