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Jojo Todynho apoia Klara Castanho: “Respeito por Antonia e Leo acabou”

Foto: Reprodução
Jojo Todynho apoia Klara Castanho Respeito por Antonia e Leo acabou

Jojo Todynho, de 25 anos, se manifestou sobre o caso de Klara Castanho após a atriz ser exposta na mídia por engravidar, vítima de um estupro, e dar o bebê para adoção.

Em seus stories no Instagram, a apresentadora mostrou indignação com a situação e criticou Antônia Fontenelle e o colunista Leo Dias.

“Eu tinha um carinho, um respeito enorme pela Antônia e pelo Leo. E se acabou. Estou muito triste”, desabafou Jojo.

“Não imagino a dor que a Klara está sentindo (..) Fico imaginando, carregou por 9 meses uma coisa que não planejou. Um turbilhão, não é fácil. Obviamente quando teve a criança gera um amor, mas também vem as conturbações de tudo que aconteceu”, refletiu.

Lembrando do próprio desejo de ser mãe, Jojo comentou sobre a gravidez ser uma “dádiva na vida da mulher”, mas que era um momento de dor para a atriz.

“A gravidez é tão linda, é uma dádiva na vida de uma mulher. Quantas mulheres querem ter filhos e não conseguem? E a Klarinha tem que passar por essa crueldade. Imagino o quão doloroso é para ela. Eu tô com dor na alma”, enfatizou.

Abuso, gravidez e exposição de Klara Castanho

A história teve início após a apresentadora Antonia Fontenelle dizer em uma live que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e entregado a criança para adoção”. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou Fontenelle.

Embora não tenha citado nominalmente Klara Castanho, os internautas imediatamente associaram a versão contada por Antonia à atriz. Após a declaração de Fontenelle repercutir, dezenas de internautas criticaram Klara Castanho e apontaram “falta de responsabilidade” da artista. Mesmo sem terem certeza do que aconteceu, a atriz foi julgada e atacada.

Procurada por Splash, Antonia Fontenelle questionou apenas: “e o que eu tenho a ver com isso?”. Nas redes, ela publicou um relato em que classifica a história de “monstruosa” e disse que a doação de uma criança seria “abandono de incapaz”.

Em carta aberta publicada no Instagram, Klara relatou que foi estuprada e engravidou, mesmo tendo tomado pílula do dia seguinte. Classificado por ela como “o relato mais difícil da minha vida”, a artista explicou que não queria tornar o assunto público, mas já que a adoção foi exposta, resolveu se pronunciar.

“Não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que eu sofri. Eu fui estuprada.”

Klara não reportou a violência sexual à polícia por sentir “vergonha e culpa”. Acreditou que, ao “fingir” que o episódio não aconteceu, ela “talvez esquecesse”.

Ao dar prosseguimento ao relato, a atriz destaca que descobriu a gravidez ao passar mal e procurar um médico. Mas o profissional que a atendeu não se solidarizou com sua dor e a violência sofrida, mesmo após revelar que foi estuprada.

Incapaz de criar um filho fruto de um estupro, Klara Castanho optou pela doação do bebê que gerou e fez todos os procedimentos legais. Entretanto, quando teve a criança, teria sido ameaçada por uma enfermeira, que quis levar o caso a público por meio da imprensa.

Ela diz ainda que não demorou para que jornalistas passassem a procurá-la, ainda no hospital, para questionar sobre a gravidez e a adoção, mas, ao explicar-lhes que o filho foi fruto de uma violência, os repórteres se comprometeram em não publicar matéria a respeito. Até que o assunto ganhou força no Twitter neste último sábado (25), após o colunista do jornal Metrópoles, Leo Dias, detalhar o caso em uma matéria.