Comportamento

Jovem que vendia pão para ajudar a família ganha bolsa e pode realizar o sonho de jogar futebol

“Tenho o sonho de chegar ao topo, colaborar com a minha família e com as crianças do bairro”, diz o jovem argentino sobre seu sonho de ser jogador de futebol.



Todas as pessoas têm um sonho, um objetivo a alcançar. Pode ser a compra de uma casa, sucesso profissional, aquela viagem dos sonhos, destacar-se em alguma área ou esporte, casar, ter filhos, mudar-se para a praia, terminar os estudos, abrir o próprio negócio. As alternativas são infinitas e não existe um caminho certo, cada pessoa carrega a própria verdade e seus sonhos.

Para alguns, é preciso uma vida inteira para alcançar um objetivo, outros nunca tirarão os sonhos do papel, mas isso nunca deve significar que devemos parar de almejar as coisas, são os sonhos que nos fazem ser quem somos. O jovem argentino, de apenas 15 anos, Catriel Caruso, sonha em ser jogador de futebol, assim como inúmeros meninos e meninas no mundo.

O que aproxima as crianças dos jogadores de futebol que jogam profissionalmente é perceber que a maioria veio de família humilde, que não é necessário nascer em berço de ouro para conseguir se destacar nesse esporte. E isso faz os olhos das crianças brilharem, sonhando com o dia em que serão escaladas para a seleção do seu país.


O jovem Catriel, assim como a maioria dessas crianças, é de origem humilde. Com o sonho de chegar ao topo e ajudar seus familiares e amigos, ele começou a vender pão caseiro nas ruas de sua cidade para complementar a renda de casa.

Os pais não podiam ajudá-lo com o material esportivo que precisava, ou contatando agências que pudessem levar seu filho a ficar mais próximo de realizar seu sonho.

A pandemia fez com que Catriel optasse por vender os pães, ajudando sua família com o dinheiro e pagando um pouco de suas necessidades. Mesmo sem conseguir jogar, o jovem nunca parou de treinar, sempre pensando em seu maior objetivo de vida: ser jogador profissional.

A venda dos pães fez com que ele conseguisse pagar a mensalidade em uma academia, inclusive chegou a publicar em suas redes sociais a propaganda do produto que vendia.


Assim que o Club Gimnasia y Esgrima La Plata ficou sabendo da história de Caruso, ofereceu-se para ajudar. Para que ele não precisasse mais vender pães na rua e pudesse se dedicar ao esporte e aos estudos, o clube decidiu pagar-lhe uma bolsa mensal, cobrindo suas despesas.

O tempo que o garoto passava vendendo seus produtos interferia em seu rendimento tanto na escola quanto no esporte.

A mãe de Catriel, Karu Caruso, manifestou-se nas redes sociais assim que seu filho conseguiu o apoio de que tanto precisava. Ela agradeceu a todas as pessoas que ajudaram a família comprando os pães ou se oferecendo para pagar as taxas para que ele conseguisse jogar.

Mesmo num momento tão delicado como este, em que a pandemia continua ceifando vidas, o jovem não desistiu de seus objetivos, e foi sua força de vontade que o fez ser visto pelo clube.


Vender pão ou qualquer outro produto, para garantir o sustento da família, é um trabalho nobre, mas não devemos normalizar uma criança de apenas 15 anos precisando fazer isso.

A desigualdade social faz com que muitos jovens desistam dos seus sonhos, que abandonem os estudos para encontrar em qualquer emprego o dinheiro que a família precisa urgentemente.

Caruso inspirou colegas e amigos, que sempre se surpreendem com o garoto, que fala abertamente sobre seu sonho de ajudar a família e a comunidade. Ele ganhou uma oportunidade que, provavelmente, vai agarrar com unhas e dentes, lutando para ser o profissional de seus sonhos.


Atualmente ele recebe uma bolsa para frequentar o Club Gimnasia y Esgrima, treinando e atuando em uma equipe da oitava divisão. O dinheiro ainda permite que ele não precise sair todos os dias para vender pão, permitindo-lhe continuar seus estudos regulares.

Que ótima notícia! Esperamos que o jovem consiga realizar seus sonhos!

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